Em Setembro de 2007, após a 1ª "investida"

Estas imagens não serão estranhas de todo a quem conhece o percurso da Meia Maratona de S. João das Lampas (ao km 11,5 na "tenebrosa" descida de Monte Arroio para Bolelas).
A estrada que liga Bolelas a Monte Arroio ( uma das localidades mais altas da Freguesia de S. João das Lampas , é ladeada por velhas caleiras de pedra que conduzem, pela gravidade, a água sobrante do chafariz e lavadouro público, para as pequenas hortas ali existentes.
Tais caleiras, únicas do género na zona, executadas manualmente com muito cuidado e colocadas no local pela força braçal dos nossos antepassados, são testemunhos da importância da partilha da água desde tempos imemoriais. Actualmente continuam a ter a mesma utilidade pois são férteis os terrenos que irrigam e a pequena actividade agrícola familiar, com os tempos que correm, recupera a sua importância. Além disso, constitui um elemento pitoresco, rústico e emblemático daquelas localidades. Presume-se, por isso, que esteja classificado como património público pela CMS.
Acontece que, para nossa tristeza, alguém sem escrúpulos, pela calada da noite, tem vindo a furtar as ditas caleiras. Em 2007 “desapareceram” as primeiras (duas ou três) e na noite de 16 para 17 de Maio, “voaram” mais cinco! Também os capitéis (piramidais) de um dos portões não escaparam à ganância de quem, certamente, pretende comercializar bens alheios.
Claro que não pode haver um polícia em cada sítio onde há risco de furto, mas seria dissuasor destas práticas, a existência de uma atenção especial por parte das autoridades, à comercialização deste tipo de materiais “arrancados”, criminosamente, ao património que é de todos.
Se nada for feito, não custa adivinhar o que irá acontecer às caleiras que sobram.
A estrada que liga Bolelas a Monte Arroio ( uma das localidades mais altas da Freguesia de S. João das Lampas , é ladeada por velhas caleiras de pedra que conduzem, pela gravidade, a água sobrante do chafariz e lavadouro público, para as pequenas hortas ali existentes.
Tais caleiras, únicas do género na zona, executadas manualmente com muito cuidado e colocadas no local pela força braçal dos nossos antepassados, são testemunhos da importância da partilha da água desde tempos imemoriais. Actualmente continuam a ter a mesma utilidade pois são férteis os terrenos que irrigam e a pequena actividade agrícola familiar, com os tempos que correm, recupera a sua importância. Além disso, constitui um elemento pitoresco, rústico e emblemático daquelas localidades. Presume-se, por isso, que esteja classificado como património público pela CMS.
Acontece que, para nossa tristeza, alguém sem escrúpulos, pela calada da noite, tem vindo a furtar as ditas caleiras. Em 2007 “desapareceram” as primeiras (duas ou três) e na noite de 16 para 17 de Maio, “voaram” mais cinco! Também os capitéis (piramidais) de um dos portões não escaparam à ganância de quem, certamente, pretende comercializar bens alheios.
Claro que não pode haver um polícia em cada sítio onde há risco de furto, mas seria dissuasor destas práticas, a existência de uma atenção especial por parte das autoridades, à comercialização deste tipo de materiais “arrancados”, criminosamente, ao património que é de todos.
Se nada for feito, não custa adivinhar o que irá acontecer às caleiras que sobram.

