segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

2ª Prova de 2018: 6ª Corrida Rota da Fonte da Pipa






Eis uma prova simpática que recomendo vivamente. São 12, 3km disputados numa paisagem rural de Torres Vedras, que inclui asfalto e terra batida. A organização está a cargo da Casa do Benfica em Torres Vedras e soube bem dar conta do recado sem que se registassem quaisquer ocorrências negativas. Está, pois, de parabéns, a rapaziada de Torres Vedras a quem desejo que continue motivada a manter de pé uma Prova que já vai fazendo história.
A minha prestação, como era de prever, foi modesta, mas prazerosa, tendo feito menos um minuto que na edição anterior.
Sai-se de Torres Vedras com muito boas sensações não só pela agradável corrida, mas pela forma como ali somos recebidos. Para a próxima, lá estarei, de novo, "caído". Haja saúde.
Todos os resultados aqui.
...E vejam a excelente reportagem fotográfica do Luis Duarte Clara.

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

"Dificilmente haverá prova mais bonita" - o Slogan

Já só faltam 200m (Foto da Cristina M.Caldeira)
Foto da Organização


Esta é a frase de apresentação da clássica Corrida do Fim da Europa, que se disputa na Serra de Sintra, entre a Vila e o Cabo da Roca, “onde a terra acaba e o mar começa”.
É um dos mais bem conseguidos slogans pois concilia a modéstia, demonstrando respeito pelas outras ao admitir não ter a exclusividade do que é belo, com a grandiosidade de quem sabe estar entre os mais bonitos percursos.

Digno, verdadeiro e respeitador:

 “Dificilmente haverá prova mais bonita”.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

1ª Prova de 2018 : 28ª Corrida Fim da Europa


Eh subida do catano !!!

O certificado oficial

Com o meu amigo "conjurado" Nuno Marques

Esta é daquelas Provas que considero imperdíveis. Tudo nela é belo porque nos mostra muito do melhor que Sintra tem.

A partida é dada no coração de Sintra, na Volta do Duche e o tempo de espera passa rápido, pois enquanto se conversa com amigos, rodeia-nos um ambiente encantador em que de um lado temos a serra a espreitar por cima dos muros de suporte e do outro um enorme vale que nos deixa a descoberto o imponente Paço Real à frente do qual passamos assim que fizermos os primeiros 300 metros da Corrida. O João Caravaca, do ginásio Splad, como vem sendo hábito, trata de pôr os atletas a fazerem o aquecimento e fá-lo de uma forma bastante entusiástica, que põe a malta a mexer.
Às 10 horas é dada a partida para o primeiro grupo. Um quarto de hora de pois, sairia o segundo, com cerca de 3000 a preencherem o asfalto, Rampa da Pena acima e depois, pela crista da Serra até à Peninha, descendo-se os últimos 6Km até ao Cabo da Roca.
Estava um bocadinho de frio, mas pouco depois de iniciada a corrida, a coisa compôs-se. O importante era ir controlando a respiração para que houvesse algum conforto na subida. Nunca olhei para o relógio, nem mesmo quando passava pelas placas dos Km. Aguentei-me sempre em passo de corrida, mesmo que em momentos (a temível subida da Peninha, aos 10 Km) esse passo de corrida progredisse tanto como o de marcha. Na descida também não me deixei entusiasmar muito, pois estava pouco confiante. Cheguei com 1,32,43 (tempo de chip) e vim a saber que os sexagenários estão a andar muito, pois chegaram 16 à minha frente!
Todos os resultados aqui.
Quanto à Organização, esteve perfeita, não tendo falhado em nada do que se comprometeu garantir, mas ainda assim, atrevo-me a fazer algumas observações, que gostaria fossem vistas unicamente com fins construtivos:
1-     Duas Partidas. Será necessário mesmo duas partidas? Se é por causa do “volume” de atletas, tudo se resolveria se se fizessem “caixas de tempos” e se, ainda assim, fosse insuficiente, seria importante impedir o estacionamento (que retira metade da largura da via) entre o Largo da Vila e o Largo do Vitor.
Além disso, parte-se do princípio que os candidatos a vencedores saem na 1ª partida, mas acontece que, se alguém que saia na segunda fizer melhor tempo que algum dos melhores três da primeira, fica arredado do pódio, como aconteceu na geral feminina.
2-     Premiação. Compreende-se que seja muito mais rápida a cerimónia protocolar com entrega dos prémios apenas aos 3 primeiros da geral M e F, mas uma vez que são considerados escalões etários, não seria justo premiá-los também?
3-     Medalha. Se há provas que justificam uma medalha, esta não pode ficar-lhes atrás. Então, quem chega ao ponto mais ocidental do continente europeu, não merecerá essa recordação, certificando o feito?

Independentemente destas 3 observações, a Organização está de Parabéns. Apesar dos pontos que referi, “dificilmente haverá Prova mais bonita”. Quem a faz, não visita, apenas, Sintra. Visita e corre em Sintra, num cenário belo e inspirador que rapidamente deixa saudade e vontade de voltar.

Quando disse que só havia 3 lugares no pódio, era mentira. Afinal o pódio era livre e só não foi lá quem não quis. E os meus amigos Runlovers convidaram-me para este registo e fazermos companhia ao Leonardo Coelho (o que está mais alto) este sim, classificado em 2º lugar da geral. Parabéns Leonardo.
Muitas fotos fantásticas do Luis Duarte Clara, aqui: (Album 1, Album 2)

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

O balanço de 2017


Assim terminei a última das 21 Provas que fiz em 2017 que transpus para o quadro abaixo.


Como será 2018 ?
Feliz Ano Novo para todos, com a Saúde à cabeça dos desejos.

domingo, 31 de dezembro de 2017

21ª Prova do Ano : "10ª S. Silvestre de Lisboa"





10 Edições, 10 presenças!
Participar nesta Prova é celebrar a Corrida entrando na noite de Lisboa, iluminada com as vistosas decorações natalícias, no coração da cidade. Dez mil  formavam um autêntico tapete humano, ao longo dos 10 Km do percurso, mais notado na Avenida da Liberdade.
Desta vez, fui "recambiado" para a zona dos "mais de 60". Estava certa, se se referissem à idade, mas não tanto se se referissem ao tempo esperado. É que ainda me sinto capaz de fazer a coisa abaixo dos 50 minutos, mas  pronto. Na inscrição é que deveria ter sido feito o reparo.
Mas, a verdade, é que, enquanto esperava pela partida, estava rodeado de amigos, que tinham tido a mesma "sorte" (o Mário, o Jorge, a Dina, a Mafalda, a Paula...) e íamos ouvindo os "desenvolvimentos" preliminares : O hino, as elites Elas, as elites Eles e a seguir, os sub 45, os sub-50, os sub-60 e, finalmente, os mais de 60, onde nos situávamos. Não dava mesmo para correr. Só depois da Praça do Comércio é que, com alguma habilidade, se conseguia.
Mas sabia que iria ser muito difícil chegar aos 50 minutos, mas consegui fazer abaixo dos 51, que, dadas as circunstâncias dos 2 primeiros Km, não foi mau.
Todos os resultados aqui.
No regresso, se ontem tinham sido os preguinhos, hoje foi uma ginginha, na R. Barros Queirós. Eu e o Luis, que foi o meu companheiro de viagem.
E pronto. O ano de corridas terminou. Falta fazer o balanço, que fica para a próxima. Bom Ano de 2018 para todos.

Prova nº 20 - "29ª S. Silvestre dos Olivais"


Cheguei! (Foto de Armindo Santos)


Gosto desta Prova, se bem que preferisse o figurino antigo, com partida e chegada no mesmo local, mas compreendo que haja factores que assim o determinem e também, que diabo, não é assim tão longe uma coisa da outra.
Sobre o meu desempenho, eu já nem digo nada quanto à falta de treino, porque sei que pensam logo;: "este gajo vem sempre com a mesma conversa" por isso, bico calado.
Fui com o Ricardinho, até aos Olivais e lá chegados, lá estava o Afonso, da minha equipa (Tranquilidade-Açoreana) com os dorsais para entregar ao pessoal. Foi à continha! Recebi o dorsal mesmo na hora da foto da praxe, que tantas vezes tenho falhado. Desta vez, não.
Um aquecimento ligeiro e fomos para o fim da fila (ou lá perto), porque queríamos mesmo ir devagar.
Acabámos na casa dos 53 minutos, mais rápido do que aquilo que estava à espera e sempre com boas sensações. Todos os resultados aqui.
Sobre a apreciação que faço da Prova,  um único reparo, que não deslustra o trabalho da Organização: Numa prova de 10 Km, com muita gente, é importante que, para além do tempo oficial, seja considerado o tempo de chip, o que, neste caso não aconteceu.Há quem perca mais de um minuto para chegar à linha de partida e, mesmo que se corra apenas por diversão, gosta-se de saber quanto valeu a corrida feita.
Depois da Prova, cumpriu-se a "tradição", de vir comer dois preguinhos ao Cortador, na Terrugem, e...hidratar com umas fresquinhas e acabar o dia em beleza.

domingo, 3 de dezembro de 2017

19ª Prova do Ano: 5ª Meia Maratona dos Descobrimentos


A foto de família da TAC-Tranquilidade Açoreana Clube











Gosto da Meia Maratona dos Descobrimentos. O nome é feliz e evoca o período áureo da nossa História. Como tal, faz-nos bem ao ego, marcar presença, mesmo sabendo que é grande a probabilidade de apanharmos um tempo desagradável, como tem acontecido nas edições anteriores, em que o frio, a chuva, ou ambos nos acompanham durante os 21 Km dos Jerónimos até…aos Jerónimos, passando por Algés, Santa Apolónia e Rossio.
Desta vez, estava um sol sorridente, que não deixou que o frio da manhã se mantivesse. Apenas um ventinho leve, na viagem para oriente, mas…tranquilo.
Não ia à espera de fazer uma grande marca, até porque passei em claro os meus treinos, desde 24 de Novembro, na Meia (em treino) Nocturna das Lampas, juntamente com cerca de 50 amigos. Por isso, parti mesmo de trás e fui progredindo conforme o corpo o permitisse.
Então e não é que consegui fazer 1.44.15 (!!!) –tempo de chip e 1.45.40 – tempo oficial, classificando-me em 990º (provisoriamente, até se fazerem os acertos finais) e 17º do escalão (?!)
Mais um minuto que em 2016, menos um minuto que em 2015.
Fiquei contente. Como dizia um amigo meu : “- eu tou bom, pá, tou muita bom!”.  Só espero que não seja o canto do cisne.