A par dos deveres de cidadania, o intenso gosto pelo desporto pedestre. Sou um gajo que tem a mania do desporto e que desde os tempos do PREC pratica a Corrida, tendo feito uma incursão pelo Triatlo e que tem preferência pelas longas distâncias. Não corro nada de jeito, mas gosto disto, pronto... ...Ah, e escrevo de acordo com a grafia correCta.
domingo, 11 de fevereiro de 2018
3ª Prova de 2018 : 2ª Montepio Meia Maratona de Cascais
Na manhã seguinte à noite gloriosa em que Portugal se consagra, pela primeira vez, campeão europeu de Futsal, frente à fortíssima selecção de Espanha, realizou-se a 2ª Edição da Montepio Meia Maratona de Cascais, para mim, a 1ª Meia do ano. Os treinos foram as provas anteriores, mas não podia faltar a esta grande prova, a herdeira dos 20 Km de Cascais, de riquíssimo historial. Mas era assim que estava predestinado e assim merecerá a nosso respeito e a nossa presença fiel, tanto mais que a Organização, a cargo da HMS, é um símbolo de garantia de qualidade.
Fiz uma prova tranquila e, mesmo assim, consegui fazer 1.51.36, de tempo de chip, o que, sem estar a fazer nada por isso, representa uma melhoria de um minuto e meio em relação a 2017.
Em 2102 atletas chegados, classifiquei-me em 1069 (30º do meu escalão). Todos os resultados no site da prova. Esta está feita. Venha a próxima.
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018
Parabéns, Egas
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| Egas Branco |
Embora os contactos pessoais sejam escassos, limitando-se a
fugazes encontros numa ou noutra prova, graças à “Grande Rede”, conheço dele o
pensamento, a sua forma de ver o Mundo, o seu ideal de sociedade.
“You may say I´m a
dreamer / But I´m not the only one.”
Ouço isto e lembro-me do Egas, com a certeza de que, se mais
Egas houvesse, muito mais igualdade, justiça e respeito pelo semelhante teríamos
no Mundo. Um Mundo em que, como na Maratona, todos partem como iguais e terminam como vencedores!
Amigo Egas, chegar aos 80 com a sua juventude é uma bênção. Muitos
Parabéns e tudo de bom para si e para os que o rodeiam.
Um Abraço Fraterno.
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018
2ª Prova de 2018: 6ª Corrida Rota da Fonte da Pipa
Eis uma prova simpática que recomendo vivamente. São 12, 3km
disputados numa paisagem rural de Torres Vedras, que inclui asfalto e terra
batida. A organização está a cargo da Casa do Benfica em Torres Vedras e soube
bem dar conta do recado sem que se registassem quaisquer ocorrências negativas.
Está, pois, de parabéns, a rapaziada de Torres Vedras a quem desejo que
continue motivada a manter de pé uma Prova que já vai fazendo história.
A minha prestação, como era de prever, foi modesta, mas
prazerosa, tendo feito menos um minuto que na edição anterior.
Sai-se de Torres Vedras com muito boas sensações não só pela agradável corrida, mas pela forma como ali somos recebidos. Para a próxima, lá estarei, de novo, "caído". Haja saúde.
Todos os resultados aqui.
...E vejam a excelente reportagem fotográfica do Luis Duarte Clara.terça-feira, 30 de janeiro de 2018
"Dificilmente haverá prova mais bonita" - o Slogan
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| Já só faltam 200m (Foto da Cristina M.Caldeira) |
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| Foto da Organização |
Esta é a frase de apresentação da clássica Corrida do Fim da
Europa, que se disputa na Serra de Sintra, entre a Vila e o Cabo da Roca, “onde
a terra acaba e o mar começa”.
É um dos mais bem conseguidos slogans pois concilia a
modéstia, demonstrando respeito pelas outras ao admitir não ter a exclusividade
do que é belo, com a grandiosidade de quem sabe estar entre os mais bonitos percursos.
Digno, verdadeiro e respeitador:
“Dificilmente haverá prova mais bonita”.
segunda-feira, 29 de janeiro de 2018
1ª Prova de 2018 : 28ª Corrida Fim da Europa
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| Eh subida do catano !!! |
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| O certificado oficial |
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| Com o meu amigo "conjurado" Nuno Marques |
Esta é daquelas Provas que considero
imperdíveis. Tudo nela é belo porque nos mostra muito do melhor que Sintra tem.
A partida é dada no coração de Sintra, na Volta do Duche e o tempo de espera passa rápido, pois enquanto se conversa com amigos, rodeia-nos um ambiente encantador em que de um lado temos a serra a espreitar por cima dos muros de suporte e do outro um enorme vale que nos deixa a descoberto o imponente Paço Real à frente do qual passamos assim que fizermos os primeiros 300 metros da Corrida. O João Caravaca, do ginásio Splad, como vem sendo hábito, trata de pôr os atletas a fazerem o aquecimento e fá-lo de uma forma bastante entusiástica, que põe a malta a mexer.
Às 10 horas é dada a partida para
o primeiro grupo. Um quarto de hora de pois, sairia o segundo, com cerca de
3000 a preencherem o asfalto, Rampa da Pena acima e depois, pela crista da
Serra até à Peninha, descendo-se os últimos 6Km até ao Cabo da Roca.
Estava um bocadinho de frio, mas
pouco depois de iniciada a corrida, a coisa compôs-se. O importante era ir
controlando a respiração para que houvesse algum conforto na subida. Nunca
olhei para o relógio, nem mesmo quando passava pelas placas dos Km. Aguentei-me
sempre em passo de corrida, mesmo que em momentos (a temível subida da Peninha,
aos 10 Km) esse passo de corrida progredisse tanto como o de marcha. Na descida
também não me deixei entusiasmar muito, pois estava pouco confiante. Cheguei
com 1,32,43 (tempo de chip) e vim a saber que os sexagenários estão a andar
muito, pois chegaram 16 à minha frente!
Todos os resultados aqui.
Quanto à Organização, esteve
perfeita, não tendo falhado em nada do que se comprometeu garantir, mas ainda
assim, atrevo-me a fazer algumas observações, que gostaria fossem vistas unicamente
com fins construtivos:
1- Duas Partidas. Será necessário mesmo
duas partidas? Se é por causa do “volume” de atletas, tudo se resolveria se se
fizessem “caixas de tempos” e se, ainda assim, fosse insuficiente, seria
importante impedir o estacionamento (que retira metade da largura da via) entre
o Largo da Vila e o Largo do Vitor.
Além disso,
parte-se do princípio que os candidatos a vencedores saem na 1ª partida, mas
acontece que, se alguém que saia na segunda fizer melhor tempo que algum dos melhores
três da primeira, fica arredado do pódio, como aconteceu na geral feminina.
2- Premiação. Compreende-se que seja muito
mais rápida a cerimónia protocolar com entrega dos prémios apenas aos 3
primeiros da geral M e F, mas uma vez que são considerados escalões etários,
não seria justo premiá-los também?
3- Medalha. Se há provas que justificam uma
medalha, esta não pode ficar-lhes atrás. Então, quem chega ao ponto mais
ocidental do continente europeu, não merecerá essa recordação, certificando o
feito?
Independentemente destas 3
observações, a Organização está de Parabéns. Apesar dos pontos que referi, “dificilmente
haverá Prova mais bonita”. Quem a faz, não visita, apenas, Sintra. Visita e corre
em Sintra, num cenário belo e inspirador que rapidamente deixa saudade e
vontade de voltar.
segunda-feira, 1 de janeiro de 2018
O balanço de 2017
domingo, 31 de dezembro de 2017
21ª Prova do Ano : "10ª S. Silvestre de Lisboa"
10 Edições, 10 presenças!
Participar nesta Prova é celebrar a Corrida entrando na noite de Lisboa, iluminada com as vistosas decorações natalícias, no coração da cidade. Dez mil formavam um autêntico tapete humano, ao longo dos 10 Km do percurso, mais notado na Avenida da Liberdade.
Desta vez, fui "recambiado" para a zona dos "mais de 60". Estava certa, se se referissem à idade, mas não tanto se se referissem ao tempo esperado. É que ainda me sinto capaz de fazer a coisa abaixo dos 50 minutos, mas pronto. Na inscrição é que deveria ter sido feito o reparo.
Mas, a verdade, é que, enquanto esperava pela partida, estava rodeado de amigos, que tinham tido a mesma "sorte" (o Mário, o Jorge, a Dina, a Mafalda, a Paula...) e íamos ouvindo os "desenvolvimentos" preliminares : O hino, as elites Elas, as elites Eles e a seguir, os sub 45, os sub-50, os sub-60 e, finalmente, os mais de 60, onde nos situávamos. Não dava mesmo para correr. Só depois da Praça do Comércio é que, com alguma habilidade, se conseguia.
Mas sabia que iria ser muito difícil chegar aos 50 minutos, mas consegui fazer abaixo dos 51, que, dadas as circunstâncias dos 2 primeiros Km, não foi mau.
Todos os resultados aqui.
No regresso, se ontem tinham sido os preguinhos, hoje foi uma ginginha, na R. Barros Queirós. Eu e o Luis, que foi o meu companheiro de viagem.
E pronto. O ano de corridas terminou. Falta fazer o balanço, que fica para a próxima. Bom Ano de 2018 para todos.
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