domingo, 3 de junho de 2018

10ª Prova do Ano : Corrida de Santo António -Lisboa






Mais uma edição da Corrida de Santo António e, mais uma vez, marquei presença, continuando a ser totalista. O Diploma acima relata tudo o que havia para dizer em termos do desempenho cá do rapaz. Há, no entanto, em relação a 2017, a particularidade de ter partido na porta certa: sub-50.
Gosto muito desta prova, pela excelente organização que tem e pela animação que promove nos meses que a antecedem, sabendo manter as atenções em torno dela. E o facto de estar incluída nas Festas da Cidade, proporcionam uma excelente oportunidade para que se vá cedo e se dê uma voltinha pelo centro. Fui pela Rua Augusta e surpreendi-me com a quantidade de artistas de rua que lhe dão vida e prendem as atenções dos transeuntes. Na praça do Comércio, ainda tive tempo para assistir a dois ou três clássicos soberbamente interpretados por uma orquestra sinfónica ao sério. Mas infelizmente, as centenas de cadeiras  colocadas à frente do palco estavam... vazias, não porque as pessoas se alheassem do concerto, mas porque preferiam estar cá atrás, de pé, junto à estátua.
Grande momento.
Regresso ao Rossio, junto-me ao pessoal da minha equipa, a Tranquilidade, tirámos a foro da praxe junto ao Teatro D. Maria e pronto, há que ir para a zona da partida e esperar pelo momento, rodeado por amigos, como os da foto acima, Cristina, Nuno Marques e João Lima.
Após a prova, assisti à cerimónia do pódio, depois de ter tomado uma cervejinha na zona dos convidados! Sim, porque ter sido o autor de uma das quadras do manjerico, deu-me o privilégio de aceder àquele espaço (ai, que isto, se calhar, não era para se dizer).
Chego a casa e vejo que o meu amigo Nuno Cabeça já tinha partilhado  a quadra que acompanhava o seu manjerico. Obrigado, Nuno.
Fiquei satisfeito. Deixo apenas uma nota negativa, que nada tem a ver com a organização, que teve o cuidado de disponibilizar sanitários em número suficiente (talvez 20), mas com a "atmosfera" do Rossio. Bem sei que há quem não tenha escrúpulos e mije em qualquer lado, principalmente se a coberto da noite, mas também não é menos verdade que não há sanitários públicos por ali, ou então não estão devidamente sinalizados. E as aflições surgem, acabando por contaminar o ar que respiramos enquanto apreciamos a beleza da cidade de sinal tão contrário.
Ora, se a HMS não tem nada a ver com isso,  esta conversa não é para aqui chamada.
A HMS, já o tenho dito várias vezes, pertence à fina flor das organizações de provas e já não precisa de demonstrar o que quer que seja, para merecer a mais alta cotação. Parabéns, Hugo e toda a fantástica equipa de colaboradores.
Fiquei em 588º entre 2661 e em 10º entre 77 do meu escalão. Tou bom não tou? Os métodos do Cacau são infalíveis, eheh.
Resultados completos aqui.




6 comentários:

JoaoLima disse...

Muitos parabéns Fernando por mais uma grande marca!

Um abraço

ps - Havia uma dezena de casas de banho ao lado do bengaleiro

N. disse...

Excelente tempo, naquela que é normalmente uma das provas mais animadas das que se realizam em Lisboa. Um abraço!

Fernando Andrade. disse...

Obrigado, João.
Não era à falta dessas casas de banho que me referia. Até havia muito mais de uma dezena.
Talvez me tenha explicado mal e vou editar. Com essas estava tudo bem e eram suficientes. O problema estava no dia a dia. Ali, entre o Gelo e o Nicola...era de não se poder com o cheiro.

Fernando Andrade. disse...

Grande Nuno.
Fiquei contente por te ter calhado um manjerico com a minha quadra e pela partilha que fizeste. Obrigado.
Abraço

N. disse...

Fernando, eu sou "outro" Nuno. :)
Este ano não participei nesta prova.

Fernando Andrade. disse...

Pois é, Nuno.
Peço desculpa pela confusão.
O Nuno Cabeça também tem um blogue, daí o equívoco.
Abraço.