domingo, 20 de novembro de 2016

VIII Treino Nocturno de S. João das Lampas


O todo...

...E as partes (I)

(II)

(III)

(IV)

Com o grande Hélio Samuel (que ofereceu esta super-bolacha para ser leiloada)
E que foi "arrematada" pelos Salamandrecos, aqui representados pelo seu presidente, António Pedro.

“… E quando virem que os vossos companheiros vão depressa de mais, abrandem e esperem pelos de trás!” 
Quem é que se iria lembrar de dar um conselho tão óbvio como este ?
Enfim, as Lampas têm destas coisas. Mas sem saber como, têm o "condão" de ter muita gente amiga (mais de 100) no seu seio sempre que se lança para o ar um evento de Corrida, quer seja competitivo, quer seja de pura recreação e convívio.
A cada um dos que já se pronunciaram sobre a experiência que viveram no passado dia 18, quer pessoalmente, quer na forma de comentário escrito, quero agradecer a vossa simpatia na apreciação que fizeram.
Queremos agradecer também àqueles (as) que, mesmo sem poder correr, estiveram connosco, enriquecendo o evento com a sua presença.
Vão também os nossos agradecimentos muito especiais para :
- A Sociedade Recreativa, Desportiva e Familiar de S. João das Lampas, por estar sempre pronta e de braços abertos para acolher as nossas iniciativas;
-Ao Orlando e Leonor Duarte, por terem tido, mais uma vez, um papel importantíssimo na excelente foto-reportagem com que se mostra e perpetua esta iniciativa;
-Às nossas amigas, Cristina Ferreira, Ana Maria Grácio, Maria José Duarte, Ana Leitão e Arminda Soares que, informadas praticamente, em cima da hora, estiveram presentes para confeccionar uma sopinha que tantos elogios recebeu.
 - A todos os que colaboraram nas ofertas  solidárias a distribuir pelas famílias carenciadas da Freguesia de S. João das Lampas e Terrugem.

Caros amigos, o que fazemos são coisas simples e se apenas com a simplicidade (com o que ela tem de virtuoso e de descuido), conseguimos ter-vos do nosso lado, sentimo-nos uns felizardos e entusiasmados a repetir este tipo de experiências.

Muito obrigado a todos.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

O filme da 13ª Meia Maratona do Porto

Imagens fabulosas da Grande Maratona de Portugal.

Actualização do quadro

Em termos de maratonas, 2016 está aviado. Só fiz duas. Esperemos que 2017 seja melhor.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

11ª Prova do ano : 42ª Meia Maratona da Nazaré





Depois de uma semana a Voltaren
(Sequelas da invicta maratona)
Não podia faltar àquela a quem
Mais deve quem mais meias colecciona:
- Nazaré, a primeira , ainda tem
Uma envolvência tal que me emociona:
A terra, o mar, a gente, a nostalgia…
E sinto as emoções que antes sentia.

Dizem que já não é o que era. Já não atrai milhares; já não gasta milhares;já não tem vedetas. Mas Nazaré está lá, com a mesma beleza turística, com a mesma simpatia de gente, com o mesmo espírito organizativo, a dar a mesma atenção aos visitantes corredores. O "mal" não estará na Nazaré.
Nos tempos que correm, assiste-se a uma "pulverização" de provas no território português, em datas coincidentes, proporcionando uma oferta muito variada a quem quiser ir fazer a sua corridita de fim-de-semana. Para uma grande parte da gente que corre, as opções baseiam-se em tudo menos em história. Escolhem uma prova e está feito. Vão correr.
Mas para aqueles que estão mais ligados às origens da Corrida para Todos nunca conseguirão esquecer a Nazaré, como a grande Prova Portuguesa, a única que arrastava multidões e aquela que enchia páginas de jornais. Quem esteve nessas edições, não consegue desligar-se do verdadeiro significado desta Meia Maratona. Eu, pelo menos, não consigo. Devo-lhe, por isso, um grande respeito e, só se não puder mesmo, é que falto. Tenho tido sorte e, das 42 edições realizadas, terei falhado, talvez, meia dúzia de vezes. Eu sei que é mau sinal (estou a ficar demasiado cota), mas pelo menos os cotas como eu, entenderão o que pretendo dizer.
Quero dar os parabéns à organização por continuarem com total entrega a este projecto quarentão, sem se deixar desanimar pela redução do número de atletas. Gostei particularmente do momento em que foi homenageado o Senhor da Pastelaria Batel, que desde a 1ª hora esteve ligado à Meia da Nazaré, oferecendo as saborosíssimas broas de mel que nos oferecem à chegada.
Continuas a ser a "Mãe", Nazaré. Há valores (de lealdade e reconhecimento) que nunca se deviam perder.
Quanto à minha prova, não foi má de todo: 1,55. 427º classificado. Por curiosidade fui ver a marca que tinha feito quando lá fui a 1ª vez, na 4ª edição, em 1978: 1,23,31 - 426º classificado. A piada disto é que, entre uma e outra, só perdi um lugar.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

10ª Prova do ano : 13ª Maratona do Porto


"Ser totalista é ter na alma a chama imensa..."


Com dois ícones: o criador da Prova, Jorge Teixeira, e uma das suas mais activas colaboradoras e também totalista, Conceição Grare
No princípio, tudo bem. (Foto J.Margarido)
Na Ponte D. Luiz (Já bufava) (Foto Zé Lopes)
A 200 m da meta (foto C.Lopes) já depois da "tormenta"

A 13ª Maratona do Porto realizou-se no passado dia 6 do corrente.
Bem sei que ainda não disse nada, mas a verdade é que ainda não parei de pensar nela. E para não estar com rodeios, porque senão ainda não é desta, aqui vai:
Partida. Procurei controlar o andamento, pois sabia que não estava preparado, mas aguentei-me até aos 39 Km. A partir daí, passou o marcador das 4h e desmoralizei um bocadinho, ao mesmo tempo que comecei a sentir dores nos gémeos. No abastecimento dos 40 Km parei e pus-me a caminhar até aos 41. Com a ajuda psicológica do locutor que aí estava, recomeço a corrida e terminei com 4, 12.
Isso é o que resume a minha participação que, no fundo, será aquilo que menos interessa. 
Por outro lado, falar do que é objectivo, passados dez dias da prova, já outros o fizeram e bem. E não quero copiar ou repetir o que já foi dito. Do que li, nada era negativo. Antes pelo contrário, foram abundantes os merecidos louvores a uma Organização primorosa  Na verdade, a Maratona do Porto já nasceu grande. A Organização sabia que a tinha feito grande. Mas soube esperar, acrescentando aqui e ali, aqueles detalhes que fazem as diferenças, melhorando sempre onde já se pensava não poder melhorar, tratando os atletas como gostariam de ser tratados. Hoje é o que todos viram.

A RunPorto tem nas mãos uma aposta de grande envergadura internacional que nada fica a dever ao que de melhor se faz no mundo. Parabéns ao Jorge Teixeira e a toda a sua fabulosa equipa. Que sorte tenho eu em poder continuar totalista desta Maratona. 
A minha 75ª ficou, assim, registada em vídeo, em vários pontos do percurso e à chegada.  

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

O freguês que se segue ...



Debatida esta questão,
De Cascais e dos seus VINTE,
-Sempre com elevação-
Passou-se à fase seguinte.

Já de tanto esmiuçado

Quase até à exaustão
Alguém mais empertigado
Resolveu pôr um travão:
-“Basta! Não quero ouvir mais
Que isto já não adianta
Que estes VINTE de Cascais
Não são uma prova santa!”
E resolveu dar de sola
Indo para outra paragem
Quando chega o da graçola:
“-Então faz boa viagem!”
Começa a coisa a “azedar”,
E já quase a ficar preta
Com a conversa a resvalar
P’rà valeta!
Por isso, será melhor
P’ra acabar este “poema”
Discutir com, o mesmo amor
Outro tema.

Um grande obrigado a todos os amigos que contribuíram para o debate.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Quando uns não querem...





Galera, é o seguinte :
Acabaram-se os VINTE!
Esta, aqui, em Cascais,
Não vais correr mais
Que, agora, na zona  
Só Meia Maratona.

Se os VINTE em Cascais
Chegaram ao fim
VINTE não há mais
Sem ser em Almeirim.

Mas faço um reparo
Só aqui pr’à gente:
Os VINTE é que é raro.
A MEIA é frequente.

Vai ser um festim
Com sopa e bom vinho
Que, agora, Almeirim
Impera sozinho.