sábado, 27 de julho de 2019

11ª Prova do Ano: Corrida de Aniversário do MTBA




 

Com o meu amigo André Beja,  do 1º ao último metro.



Uma fantástica prova de 10 km, para festejar o aniversário do MTBA e que marca o regresso da Corrida às ruas de Magoito, Tojeira, Bolembre e Arneiro dos Marinheiros. 40 anos depois! Estive nessa organização e, passado todo este tempo, posso sentir-me um sortudo por poder voltar a correr por aquelas bandas. E mais: fui convidado para ser o padrinho da prova. Uma honra.
Gostei muito de fazer parte de um pelotão de mais de 200 corredores e do reencontro com muitos amigos destas andanças. 
Vendo bem as coisas, até nem foi mau o resultado, tendo baixado dos 50 minutos, coisa que há tempos não acontecia. 100º entre 219 e 8º entre 16. Todos os resultados aqui.
A organização está de parabéns, pois conseguiu dar um excelente nível a uma Prova que se deseja poder continuar.


quinta-feira, 4 de julho de 2019

10ª Prova do Ano: 40ª Corrida das Fogueiras


Enquanto se fazia tempo, com o Manuel Azevedo e o Henrique Vilhena, pela objectiva do Armindo Santos

Mais uma quarentona no panorama das Corridas em Portugal: a Corrida das Fogueiras. Não sei ai certo quantas participações tive, mas não falharei por muito se disser mais de 30.
Para comemorar a 40ª Edição, quando todos aguardavam pelo sinal da partida, fomos presenteados com fogo de artifício! Verdade. Mesmo daqueles foguetes que sobem e, lá, em cima, se desfazem em múltiplos efeitos luminosos que não deixam ninguém indiferente. Afinal, era uma 40ª edição e, como tal, estava justificada esta pequena extravagância para uns, mimo para outros. Festa é Festa e eu, por mim, considero um "mimo". Obrigado, Organização.
Houve algumas modificações na parte inicial do percurso. Depois do retorno, aos 2 Km, voltaríamos a passar, em sentido inverso, pela parte inicial, o que obrigou a que toda a avenida estivesse, logo à partida, dividida com baias metálicas. Ora, ao invés dos anos anteriores, em que os atletas podiam ocupar ambas as faixas, agora podiam ocupar apenas uma, o que condicionava muito o escoamento dos atletas. Enfim, lá haverá alguma razão (circulação automóvel?) para se ter optado por esta solução que, principalmente para os atletas do meio do pelotão, não terá sido a melhor. Mas isto é um pormenor sem a mínima importância.
O dia estava um bocado ventoso, mas a temperatura até não estava má para correr. Outro reparo: então e as fogueiras? o que terá sido feito delas ? Este foi o ano em que vi menos fogueiras enquanto se deu a volta ao Cabo Carvoeiro. Talvez, ao todo, tenha visto umas 7 ou 8 fogueiras, enquanto que dantes havia uma em cada 250m. É claro que isto também não tem importância, mas sendo este elemento a dar o nome à Corrida, causa alguma estranheza a sua falta. E mesmo que haja quem possa dizer que as fogueiras pouco contam para iluminar o caminho, olhem que, desta vez, andámos mesmo às apalpadelas, temendo que, a qualquer momento, pudesse haver uma irregularidade no piso a convidar à entorse. Felizmente, não tive conhecimento de acidentes mas, para a próxima, há que passar a ter em conta o uso de frontal.
A prova correu-me bem: 1,16,11 (T. chip) 1,17,38 (T.oficial). Todos os resultados aqui. Sem estar nada preocupado com isso, fiz quase menos 2 minutos que em 2018! E esta hein?
Deixo, por último, os Parabéns sinceros a toda a Organização por ter atingido as 40 edições, sempre com o elevado nível que lhe é reconhecido e pela persistência em manter este carismático evento da Cidade de Peniche.  Bem hajam.