domingo, 15 de abril de 2018

7ª Prova de 2018 : 20 Km da Marginal


Apanhado pelo Jaime Maurício



Com o meu amigo Nuno Marques, à chegada ao local da partida
Podem não acreditar, mas confesso que nunca tinha feito esta Corrida que é “só” uma das mais antigas do País, associada à Estafeta Cascais-Lisboa. Tanto, que só na véspera, confirmei a data. E torci o nariz, porque não me apetecia ir correr numa manhã que se previa de chuva. Mas, pronto, estava inscrito e não gosto de falhar aos compromissos.
E lá fui, a pensar como haveria de fazer o regresso de Lisboa, certamente encharcado e sujeito a “arranjar alguma”. Talvez arranjasse boleia ou, pelo seguro, de comboio, para o que conviria levar uma notinha no bolso e levar também um tapa-vento que ocupasse pouco espaço, embrulhado em qualquer sítio (na mão, mesmo), para vestir no final.
Chegado ao Estoril, foi fácil estacionar (mesmo junto à PSP), a 100 metros da partida. Junto-me ao pessoal amigo, conversa-se um bocadinho, tira-se umas fotos e fazem-se 9;00h num instante.
Parti cá de trás, calmamente, sem pressas e procurei um ritmo confortável, que acabei por manter até final (acho até que fiz os últimos 2 km mais rápidos. Não posso confirmar porque a bateria do relógio só deu para 5 km).
Tempo oficial : 1,41,30. 273º (em 775) da Geral e 12º do escalão (em 47). Esperava bem pior.
Gostei da Prova, com a organização a cargo da experiente Xistarca, não tendo encontrado quaisquer falhas, pelo que estão de parabéns todos os envolvidos neste evento.
Porém,  admito que os atletas das estafeta se sentissem prejudicados em relação aos restantes. Porquê? Porque se escondem no pelotão os adversários que estão a perseguir, perdendo, assim, a noção da distância que falta para os “agarrar”. Mas isso, como diz o outro, são pinuts.
Resultados completos aqui
O regresso ao Estoril, foi de comboio, mas valeu-me ter feito dois novos amigos (Nuno Cruz e João Correia) que me ajudaram a completar o custo do bilhete, (pois a máquina não aceitava notas) e com quem vim numa agradável conversa durante a viagem, que já conheciam a MMSJL e aceitaram o desafio que lhes lancei, de participar no Trilho, no dia 12 de Maio. Um abraço para eles.

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Pelo Trilho das Lampas




Encavalitados em paredes de pedra solta e salpicando a paisagem campestre por onde passa o Trilho das Lampas, abundam estes tanques feitos por cinco lajes de pedra quadradas, unidas por “gatos” de arame e massa de cimento. À sua volta, onde antes floresciam vinhas bem cuidadas há, agora, matagal de certa forma, desolador.
Nestes tanques era feita a calda bordalesa (água, sulfato de cobre e cal) que, com a ajuda de canecos, enchiam os pulverizadores manuais transportados às costas e aplicada nas cepas para prevenir as “moléstias” da uva.
De duas em duas semanas, desde que se vislumbrava o cacho até que começava a pintar o bago, era operação que se repetia, num afã competitivo em que se exibia um certo orgulho nos bons resultados e, ao invés, crueldade na chacota de quem não cuidasse bem da vinha. Competia-se nos campos e confraternizava-se nas adegas.
À paisagem que hoje vemos - que não deixa de ser bela pela vegetação autóctone que apresenta - falta-lhe os sinais desses tempos não muito distantes, em que os campos eram “habitados” e produziam aquilo que hoje se obtém de modo muito mais simples, mas menos genuíno, nas prateleiras dos supermercados.
Que sejam as centenas de atletas que por ali correrão, a humanizar esses campos que o progresso desertificou e que, aqui ou acolá, vejam nestes velhos tanques, testemunhos de respeito por aqueles que lhes deram uso.

terça-feira, 27 de março de 2018

6ª Prova do Ano: 36ª Corrida dos Sinos







Ora aí está. Mais um sino. Vou ter de rever a colecção.
Estava uma manhã com cara de poucos amigos: céu encoberto, frio e muito vento, mas nada que um cafezinho e dois dedos de conversa com a malta amiga não resolvesse.
Parti de corta-vento vestido, mas passado pouco mais de 1 km já o tinha enrolado à cintura. Gosto destes 15 km. Para lá contra o vento, para cá a favor.
Gostava de ter medido o tempo exacto, mas acabou-se a bateria do relógio. Fiz uma corrida na defensiva, mas acho que a fiz bem, tendo chegado com a sensação de que poderia ter "puxado" um bocadinho mais.
Os meus resultados: foram os seguintes:

720º da geral, com 1.16.58 (-30s -1.16.28), em 1649 chegados e
42º do escalão, em 131 .

Foi o que deu. E que continue a dar assim por muito tempo.




segunda-feira, 12 de março de 2018

5ª Prova de 2018 - 28ª Meia Maratona de Lisboa

Quando me cruzo com o Parro, o boneco acontece.





A Protecção Civil ia pintando um quadro negro: o mar alterado, chuva e vento muito forte, com a ponte a largar parafusos e a abrir brechas… tudo factores que se conjuraram para que a Meia de Lisboa tivesse de alterar o local da partida e assim, a chamada “Meia da Ponte”, para desencanto de muitos, ficou privada do seu emblemático cenário. Mas foi, no meu entendimento, uma boa medida terem optado pelo Plano B: Partida de Sete Rios no sentido Norte-Sul, interceptando a Ponte quando esta já tocava a margem direita do rio. De resto, tudo igual.
De todas as 28 edições em que participei – seguramente, mais de 20 – esta terá sido aquela de que menos gostei, mas se nos pusermos na pele de uma organização que teve de alterar os seus planos a menos de 24 horas de um evento com mais de 30 mil participantes, compreenderemos que a preocupação com o essencial não terá dado tempo para que se cuidasse daqueles pormenores com que os atletas são habitualmente brindados e que lhes proporcionam agradáveis sensações e que, ao fim e ao cabo, constituem os seus parâmetros de avaliação da prova. 
Nestas alturas é preciso, mais do que nunca, que quem gosta de correr, se concentre em sorver a Corrida e não colocar na mesma conta os outros aspectos acessórios que, na minha opinião, se resumiram a dois aspectos negativos. Não quero salientá-los, para não me contradizer, mas não deixo de os referir, mantendo o respeito pelo esforço hercúleo desta grande Organização.
1º - Inexistência de um pórtico de partida – Cheguei cedo, entrei, calmamente no viaduto e encaminhei-me para o local da partida, que não sabia onde era. Fui indo, atrás dos outros, a passo. Nalgum sítio havíamos de parar, pois não havia qualquer pórtico a assinalar esse local. Nem metálico nem insuflável. Parei quando aumentou a concentração de pessoas e fiquei ali, mais de uma hora, à espera do sinal da partida. Só quando começámos a correr é que soube que estava a cerca de 50 metros dos tapetes electrónicos do controlo da partida. Portanto, demorei cerca de um minuto a chegar aos tapetes e deu para começar a prova a correr. Mas os que ficaram no outro extremo do viaduto, imagino que terão tido muita dificuldade em saber onde é que começava a prova.
2º - Rock´n´Roll – Vários palcos no percurso mas…vazios. Um único em funcionamento, em Algés, com a miúda a cantar a “Alegre Casinha” e nós a levarmos com a chuva forte na cara, “tocada” a vento, próximo do último retorno. Fazendo a prova parte do Circuito Rock’n’Roll, a música de animação torna-se um factor de diferenciação das outras provas e isso, desta vez, e unicamente à luz do que vimos, falhou.
Quanto aos pontos positivos foi tudo o resto, pois as condições meteorológicas adversas não eram controladas pela Organização que, como disse acima, não terá tido oportunidade de montar o “circo de animação” habitual no Largo da Portagem, no lado de lá do Tejo.
Como disse no ano passado, esta Prova é uma espécie de celebração da Corrida pelo que é uma honra poder participar nela.
Às críticas que ouvi, não lhes retiro o fundamento, mas valorizo muito mais a tolerância, porque todos sabemos que se as coisas não correram melhor serão os organizadores os primeiros a lamentar e, não nos esqueçamos que não será nada fácil que um Plano A, que concentra 90% das atenções tenha de ser substituído, em menos de 24 horas, por um Plano de “Emergência”, que apenas teria 10% de possibilidades de ser aplicado. E quando há emergência, os sinais de requinte e de mimo a que nos habituaram, terão de ser sacrificados, para nossa segurança e para bem da Corrida. Por isso, aqui vai um grande abraço de parabéns para esta Enorme Organização.

Nota: - Fui, agora,  alertado para o facto da Prova ter deixado de fazer parte do Circuito Rock'n'Roll. No entanto, mantenho a observação que fiz, porque os palcos só fazem sentido se houver quem actue.

terça-feira, 6 de março de 2018

4ª Prova de 2018: II Terrugem Trail











Numa manhã magnífica, em que a chuva fez uma trégua, fui, aqui ao lado, fazer o II Terrugem Trail, na distância anunciada de 25 Km (não era bem, mas isso não tem importância), numa organização da ABIT, o pessoal das bicicletas. Se já tinha gostado da 1ª Edição, esta não lhe ficou atrás e voltou a encher-me as medidas.
Fiquei com a sensação que esta edição tinha um grau de dificuldade menor que a anterior, se bem que disputada em idêntico cenário, ao longo do enorme vale entre Alcolombal e Carvalhal (al…al…al…), com os pontos altos – quero dizer, baixos – nas travessias das linhas de água, o que tem sempre aquele quê de interessante, pois ela corria com força, mas límpida. E fria!
É muito agradável correr ao longo das ribeiras, a ouvir a água a “cantar”. Nas paisagens bonitas que nos envolviam, a lama, as poças, as pedras escorregadias faziam parte do encanto dos trilhos. A chuva caída nas vésperas, foi uma bênção também para esta prova. Ribeiras secas, pó em vez de lama e cinzento em vez de verde, ficarão sempre muito aquém daquilo que os trilhos nos podem proporcionar. (Ainda anda a fazer-me confusão como é que se lembraram de fazer o “Trilho da Cascata” – também aqui perto - na época de estio).
Demorei 2;56;32  e classifiquei-me em 58º entre 76. 5º dos velhos. Todos os resultados aqui.
Gostei muito e recomendo. Pena que a prova tenha tido pouca gente. Merecia mais.
Parabéns, amigos da ABIT. Para o ano quero voltar.


terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

10 Aninhos ... feitos ontem



10 Anos! É, de facto, muito tempo. Tanto, que até me esqueci de comemorar essa data. Em 26 de Fevereiro de 2008, e influenciado por uma tal “Maria” surgiu, à experiência, um blogue para falar de coisas ligadas à Corrida, a que, depois de dar voltas à cabeça, decidi designar de “Cidadão de Corrida”. A parte da Corrida entende-se, mas a do Cidadão… porque carga de água!?
Sem querer ser exemplo para ninguém, entendi, na altura, que poderia falar da Corrida e do pouco que sei dela, utilizando a experiência e a boa prática de uma actividade tão natural que, uma vez adquirida, dificilmente alguém virá a largar, a menos que a condição física passe a impedi-la. Isto, mas também o facto de, na altura, ter sido envolvido num processo judicial unicamente por ter usado de um direito de cidadania, denunciando os desmandos de um intocável “senhor” que, entretanto, já foi chamado à “divina glória”. Cidadania, dizia eu, que na Corrida, gera bem estar e uma enorme satisfação por saber respeitar o outro, ao invés do exercício de uma Cidadania que eu julgava poder contribuir para melhorar a sociedade, mas que se move num terreno de tal maneira contaminado, que farão figura de totós aqueles que a pretendam promover.
Enfim, Corrida é outro Mundo!. Há batoteiros, é certo, quem queira trazer para aqui vícios e esquemas aprendidos no chico-espertismo que grassa por aí. Mas esses jamais triunfarão.
10 anos de muitas alegrias, de algumas tristezas. 10 anos em que criei muitas amizades que começaram por ser virtuais e passaram a reais. 10 anos de muitas corridas e aventuras muitas das quais não se esquecem. 10 anos em que o Cidadão de Corrida fez longas pausas nos seus registos, mas que os retoma sempre que lhe dá na real gana.10 anos de um privilégio e a honra de ter alguns seguidores que visitam este espaço. 10 anos de mim.
Muito obrigado a todos os que me acompanharam neste trajecto, sem os quais não teria sido possível chegar aqui. O Cidadão de Corrida vai andando por aí...a correr ou a andar.

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

"Continuamos a correr pela Analice"





As palavras adiantam pouco. Há imagens e, sobretudo, uma partilha invulgar de um sentimento de homenagem para quem nos deixou há um ano e que continua bem viva entre nós.
Vejam neste evento do FB.

domingo, 11 de fevereiro de 2018

3ª Prova de 2018 : 2ª Montepio Meia Maratona de Cascais




Na manhã seguinte à noite gloriosa em que Portugal se consagra, pela primeira vez,  campeão europeu de Futsal, frente à fortíssima selecção de Espanha, realizou-se a 2ª Edição da Montepio Meia Maratona de Cascais, para mim, a 1ª Meia do ano. Os treinos foram as provas anteriores, mas não podia faltar a esta grande  prova, a herdeira dos 20 Km de Cascais, de riquíssimo historial. Mas era assim que estava predestinado e assim merecerá a nosso respeito e a nossa presença fiel, tanto mais que a Organização, a cargo da HMS, é um símbolo de garantia de qualidade.
Fiz uma prova tranquila e, mesmo assim, consegui fazer 1.51.36, de tempo de chip, o que, sem estar a fazer nada por isso,  representa uma melhoria de um minuto e meio em relação a 2017.
Em 2102 atletas chegados, classifiquei-me em 1069 (30º do meu escalão). Todos os resultados  no site da prova. Esta está feita. Venha a próxima.



quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Parabéns, Egas

Egas Branco
O Egas. Conheci-o num belo dia em que a malta dos blogues de corrida fez o seu 3º Encontro, na Costa da Caparica, por ocasião da 2ª Meia Maratona na Areia. Estávamos em 2010.
Embora os contactos pessoais sejam escassos, limitando-se a fugazes encontros numa ou noutra prova, graças à “Grande Rede”, conheço dele o pensamento, a sua forma de ver o Mundo,  o seu ideal de sociedade. 
You may say I´m a dreamer / But I´m not the only one.”
Ouço isto e lembro-me do Egas, com a certeza de que, se mais Egas houvesse, muito mais igualdade, justiça e respeito pelo semelhante teríamos no Mundo. Um Mundo em que, como na Maratona, todos partem como iguais e terminam como vencedores!
Amigo Egas, chegar aos 80 com a sua juventude é uma bênção. Muitos Parabéns e tudo de bom para si e para os que o rodeiam.

Um Abraço Fraterno.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

2ª Prova de 2018: 6ª Corrida Rota da Fonte da Pipa






Eis uma prova simpática que recomendo vivamente. São 12, 3km disputados numa paisagem rural de Torres Vedras, que inclui asfalto e terra batida. A organização está a cargo da Casa do Benfica em Torres Vedras e soube bem dar conta do recado sem que se registassem quaisquer ocorrências negativas. Está, pois, de parabéns, a rapaziada de Torres Vedras a quem desejo que continue motivada a manter de pé uma Prova que já vai fazendo história.
A minha prestação, como era de prever, foi modesta, mas prazerosa, tendo feito menos um minuto que na edição anterior.
Sai-se de Torres Vedras com muito boas sensações não só pela agradável corrida, mas pela forma como ali somos recebidos. Para a próxima, lá estarei, de novo, "caído". Haja saúde.
Todos os resultados aqui.
...E vejam a excelente reportagem fotográfica do Luis Duarte Clara.

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

"Dificilmente haverá prova mais bonita" - o Slogan

Já só faltam 200m (Foto da Cristina M.Caldeira)
Foto da Organização


Esta é a frase de apresentação da clássica Corrida do Fim da Europa, que se disputa na Serra de Sintra, entre a Vila e o Cabo da Roca, “onde a terra acaba e o mar começa”.
É um dos mais bem conseguidos slogans pois concilia a modéstia, demonstrando respeito pelas outras ao admitir não ter a exclusividade do que é belo, com a grandiosidade de quem sabe estar entre os mais bonitos percursos.

Digno, verdadeiro e respeitador:

 “Dificilmente haverá prova mais bonita”.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

1ª Prova de 2018 : 28ª Corrida Fim da Europa


Eh subida do catano !!!

O certificado oficial

Com o meu amigo "conjurado" Nuno Marques

Esta é daquelas Provas que considero imperdíveis. Tudo nela é belo porque nos mostra muito do melhor que Sintra tem.

A partida é dada no coração de Sintra, na Volta do Duche e o tempo de espera passa rápido, pois enquanto se conversa com amigos, rodeia-nos um ambiente encantador em que de um lado temos a serra a espreitar por cima dos muros de suporte e do outro um enorme vale que nos deixa a descoberto o imponente Paço Real à frente do qual passamos assim que fizermos os primeiros 300 metros da Corrida. O João Caravaca, do ginásio Splad, como vem sendo hábito, trata de pôr os atletas a fazerem o aquecimento e fá-lo de uma forma bastante entusiástica, que põe a malta a mexer.
Às 10 horas é dada a partida para o primeiro grupo. Um quarto de hora de pois, sairia o segundo, com cerca de 3000 a preencherem o asfalto, Rampa da Pena acima e depois, pela crista da Serra até à Peninha, descendo-se os últimos 6Km até ao Cabo da Roca.
Estava um bocadinho de frio, mas pouco depois de iniciada a corrida, a coisa compôs-se. O importante era ir controlando a respiração para que houvesse algum conforto na subida. Nunca olhei para o relógio, nem mesmo quando passava pelas placas dos Km. Aguentei-me sempre em passo de corrida, mesmo que em momentos (a temível subida da Peninha, aos 10 Km) esse passo de corrida progredisse tanto como o de marcha. Na descida também não me deixei entusiasmar muito, pois estava pouco confiante. Cheguei com 1,32,43 (tempo de chip) e vim a saber que os sexagenários estão a andar muito, pois chegaram 16 à minha frente!
Todos os resultados aqui.
Quanto à Organização, esteve perfeita, não tendo falhado em nada do que se comprometeu garantir, mas ainda assim, atrevo-me a fazer algumas observações, que gostaria fossem vistas unicamente com fins construtivos:
1-     Duas Partidas. Será necessário mesmo duas partidas? Se é por causa do “volume” de atletas, tudo se resolveria se se fizessem “caixas de tempos” e se, ainda assim, fosse insuficiente, seria importante impedir o estacionamento (que retira metade da largura da via) entre o Largo da Vila e o Largo do Vitor.
Além disso, parte-se do princípio que os candidatos a vencedores saem na 1ª partida, mas acontece que, se alguém que saia na segunda fizer melhor tempo que algum dos melhores três da primeira, fica arredado do pódio, como aconteceu na geral feminina.
2-     Premiação. Compreende-se que seja muito mais rápida a cerimónia protocolar com entrega dos prémios apenas aos 3 primeiros da geral M e F, mas uma vez que são considerados escalões etários, não seria justo premiá-los também?
3-     Medalha. Se há provas que justificam uma medalha, esta não pode ficar-lhes atrás. Então, quem chega ao ponto mais ocidental do continente europeu, não merecerá essa recordação, certificando o feito?

Independentemente destas 3 observações, a Organização está de Parabéns. Apesar dos pontos que referi, “dificilmente haverá Prova mais bonita”. Quem a faz, não visita, apenas, Sintra. Visita e corre em Sintra, num cenário belo e inspirador que rapidamente deixa saudade e vontade de voltar.

Quando disse que só havia 3 lugares no pódio, era mentira. Afinal o pódio era livre e só não foi lá quem não quis. E os meus amigos Runlovers convidaram-me para este registo e fazermos companhia ao Leonardo Coelho (o que está mais alto) este sim, classificado em 2º lugar da geral. Parabéns Leonardo.
Muitas fotos fantásticas do Luis Duarte Clara, aqui: (Album 1, Album 2)

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

O balanço de 2017


Assim terminei a última das 21 Provas que fiz em 2017 que transpus para o quadro abaixo.


Como será 2018 ?
Feliz Ano Novo para todos, com a Saúde à cabeça dos desejos.