sábado, 29 de maio de 2010

Erros meus...







Erros meus, má fortuna e tempo quente
Em minha perdição se conjuraram,
P’los erros, os atletas que pagaram,
Já nem sequer, me q’riam ver à frente.

De tudo ouvi. E tenho tão presente
O som ruim dos nomes que chamaram
Que as duras mágoas com que me deixaram
Não permitem jamais ficar contente.

Errei e provoquei sofridas cenas
E sem poder valer em tais momentos
Fui vendo o meu trabalho arruinado.

Estou agora a cumprir as ímpias penas
Que é castigo bem forte o vil tormento
De querer servir bem e ser vaiado.

3 comentários:

Carlos Lopes disse...

gostei

João Paulo Meixedo disse...

"- são dois pasteizinhos de belém"
" - pasteizinhos de belém já não há"
" - então são duas garrafinhas de pénacova"
"- isso então, meu amigo, é que já num h´
a mesmo"

Fernando Andrade. disse...

Obrigado, Lopes, pela "palavra".

Amigo Meixedo
Esta dos "pasteizinhos de belém"
deixa-me intrigado. Bem sei que são as minhas limitações mas eu sou um bocadinho como aquelas pessoas a quem tem de se explicar a anedota toda para que as entenda e depois, lá se vai a piada.
Mas se é por ter falhado duas vezes (logo, já não posso falar em "dar a outra face" -só se for a "nalga",ehehe) que não se pode tolerar a falha...também não me parece que seja por aí. Concordo em que não se poupem críticas, mas o "riscar do mapa" uma prova desta envergadura parece-me castigo demasiado cruel. Mas todos somos livres de escolher as provas onde queremos ir. Há é o risco de nos arrependermos de ir ou de não ir.
Uma prova que foi sempre má pode saír excelente e outras que sempre foram excelentes podem saír más.
Grande abraço, Meixedo. Quero ver se vou à Corrida das Festas da Cidade, onde temos tido sempre o selo de qualidade.
FA