sexta-feira, 10 de junho de 2016

Prova nº 5 - Corrida de Santo António





Santo António, já cá canta
Esta Prova que era tua
E já outra se alevanta
Também sob a luz da Lua.


Fui fazer esta Prova -esta excelente Prova - um bocado às "apalpadelas" para ver como é que a máquina respondia. Saí no final da fila, nos "Sub 70". Frente à Estação do Rossio, ou seja, do local de onde "desapareceu" a estátua do "desaparecido" D. Sebastião.
Dali, nem ouvíamos o speaker  de serviço, (Oh Hugo, pareceu-me que o som estava mais fraquito, ou então, esquece, que posso ser eu a estar mais surdo) mas vim a saber que tinham sido lidas as quadras que ganharam o concurso das quadras dos manjericos que seriam oferecidos no final. Tenho pena de não ter ouvido (só para me babar um bocadinho). Fica para a próxima.
Com um primeiro quilómetro um bocadinho irritado com quem vai a caminhar desde o primeiro metro e não tem a menor noção do local onde se deve posicionar, lá fui evoluindo. E sempre a sentir-me bem.
O resultado é o que se vê, mas encheu-me de coragem para reiniciar os meus treinos e as minhas participações em provas. Ah... e mantive-me totalista do Santo António. Não é dita qual é a edição deste ano, mas acho que é a 6ª. Foi.
Como nos tem habituado, a organização voltou a dar conta do recado com toda a mestria. Parabéns HMS Sports. E até a mudança do horário da Prova (que no ano passado tão criticada foi pelo calor que fez) a veio favorecer. Apreciar o anoitecer durante a corrida é muito agradável. Como em Peniche, no final do mês. Mas antes, vem aí a Eco Maratona, no Monsanto. Quero lá estar, mas fico-me pela meia dose.

2 comentários:

Jorge Branco disse...

Os campeões fazem tempos sem treinar que eu não faço nem que me "mate" a treinar! Parabéns Mestre!

Anónimo disse...

Mestre
um prazer rever-te, como sabes saiu-me manjerico com a tua quadra premiada e sim foi lida a tua quadra, referido o nome bem como o número de dorsal.
Foi a minha 1ª Corrida de Santo António e gostei bastante, se não for antes até em Setembro lá nas Lampas.
Grande abraço.
António