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sábado, 20 de março de 2010

Projecto Limpar Portugal


Para se chegar aqui



É feio passar-se por aqui

O meu excelente grupo (quase todo) após a última "carrada" de lixo


Gostei de ter participado nesta campanha, pela acção em si e pela mensagem de sensibilização nela contida, pelos resultados obtidos e pelos companheiros e companheiras de jornada.
O tempo passou rápido e todos ficámos com a consciência que muito lixo ficou por recolher, mas o empenho e o entusiasmo de todos os voluntários que aderiram à iniciativa, deixam no ar a ideia de que outras acções, ainda que de âmbito mais local, possam vir a acontecer em prol do ambiente.
Na Freguesia de S. João das Lampas, foram consideradas 5 áreas de acção, dirigidas por aqueles que melhor conheciam o terreno onde gente sem escrúpulos depositou os mais diversos tipos de resíduos, ferindo a paisagem, contaminando a Natureza.
A Natureza que, como alguém disse, acabará sempre por encontrar o seu equilíbrio!pode é esse equilíbrio já não ser compatível com a existência da humanidade.
E mesmo assim – permanentemente agredida pelos humanos- a Natureza procura “esconder as feridas” deixando que a vegetação espontânea encubra e disfarce os inestéticos montes de lixo. Fui hoje testemunha disso ao chegar a locais onde sabia da sua existência. Algum desse lixo mal se via, encoberto com o mato com que Ela o tapou. Noutros casos - a maioria – não conseguia mesmo “disfarçar” deixando que os nossos olhos fossem agredidos com arrepiantes e vergonhosos quadros reveladores de uma conduta merecedora das mais pesadas penas.
Não sei ao certo quantos éramos. Talvez uns 60 ou 70. Recolhemos cerca de 75 m3 de lixo.
Bem sei que haverá quem pense que fomos uns otários por andarmos a limpar os terrenos dos prevaricadores e que não lhes pesando a consciência, ainda se ficam a rir de nós. Mas o que é isso comparado com o sublime prazer de andar ou correr pelo campo verde, liberto de sinais dos que o não merecem?
E amanhã, cedinho, com o dia de hoje bem vincado na minha mente, lá vou eu até ao Pragal para, mais uma vez, correr a Meia Maratona de Lisboa, na grande festa da Corrida Popular que arrasta milhares de corredores e caminheiros que terão de passar a Ponte 25 de Abril.
Por último, quero deixar uma palavra de gratidão a todos os que aderiram a esta iniciativa com um reforço especial para aqueles que, não residindo na Freguesia de S. João das Lampas, a escolheram para Limpar Portugal. Bem Hajam.

sábado, 13 de março de 2010

O "conquistador"




Eram novos trilhos
Sonho de atletas
Que em horas a fio
Transpunham as montanhas
Sempre,sempre em longa correria,
Sem ligar à altimetria
E eu entristecido,
Por não ter lá ido
P’ra também ser conquistador.

Não fui ao Sicó
Nem ao Almourol
Só fui ao TNLO
Já sem haver sol,
Ai se eu falho o Pastor...
Que treta de corredor!


Gente de aventura,
sempre a descobrir
Paisagens de sonho,
em plena natureza
E correndo p’los vales e montes
E bebendo água fresca das fontes
É a loucura, ou a aventura
É o prazer de ser-se capaz.

Não fui ao Sicó
Nem ao Almourol
Só fui ao TNLO
Já sem haver sol,
Ai se eu falho o Pastor...
Que treta de corredor!!

Dizia o Moutinho
Há tempos atrás
Que o melhor caminho
É o que se faz
Percorrendo a Geira de outrora
E a Freita do Sálvio Nora
E os seus convidados
Ficam "apanhados"
Perante tamanho esplendor.

Muito tempo, minutos e horas sempre a correr
E também se caminhava, se não estava ninguém a ver

Quero ir ao Sicó
E ao Almourol
Voltar ao TNLO
Desta vez com sol
Ai, também ao Pastor
P’ra ser mesmo corredor.

Quero ir ao Sicó
E ao Almourol
Voltar ao TNLO
Desta vez com sol
Ai, também ao Pastor
P’ra ser mesmo corredor

Ser um corredor...ser um corredor...ser um corredor!

hihihihihi

terça-feira, 9 de março de 2010

O "corredor manhoso"



Isto de correr devagar, de não ter preocupações competitivas, de querer usufruir do prazer da corrida e das paisagens por onde a Corrida me leva, tem as suas vantagens, mas também tem os seus inconvenientes. É que qualquer um me apanha. Desta vez foi um “corredor” matreiro, dos tais que pensamos que vem ainda longe mas que, de um momento para o outro, nos alcança e…desmoraliza. Mesmo sem estar “inscrito”! Não aparece nas “start list” nem vem, depois, nas classificações, mas anda lá pelo pelotão a fazer das suas e tem de se ser forte para resistir aos seus “ataques”.

Já tentei, várias vezes, “conversar com ele”, procurando convencê-lo a “deixar-se destas coisas”, pois o pessoal que anda nas corridas não merece ser vítima dos seus métodos "paralisantes" para conseguir chegar à frente.

Não me ouviu e... cheguei a vias de facto. Por isso, venho fazer queixa dele, para que todos estejam atentos às suas “manobras nefastas” e não permitam que ele, em circunstância alguma, “corra” ao vosso lado. Pouco sei dele. Apenas descobri que se chamava Tédio.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

2 anos de "cidadania"




Completam-se dois anos de existência
Ao “cidadão” que, às vezes, corre e escreve
A quem vai escasseando a paciência
E corre e escreve menos do que deve.
Será isso sinal de decadência ?
Ou crise que se espera seja breve
Para, depois, liberto de “grilhões”
“Dar voz” às pernas e às emoções.

Os que aqui me acompanham são credores
De toda a minha estima e amizade
Pois sendo quase todos corredores
“Padecem” da mesma animosidade
Que eu, “cidadão”, perdido de amores
Por tão simples e sã modalidade.
A todos vós eu ergo a minha taça
Por contar dois “anitos”, mas…sem “massa”.


Caros Amigos

Mais de 32 mil visitas nestes dois anos - mesmo com longos períodos de ausência - é um número que muito me apraz registar. Muito obrigado a todos os que me têm aturado. Grande Abraço.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

26ª Maraton Ciudad de Sevilla


A minha 11ª medalha sevilhana

Com os companheiro(as) de viagem de O Mundo da Corrida

Com os amigos Jorge Pereira, Herculano Araújo e Ricardo Diez , na Plaza Maria Luiza.
Foi neste local que, em 1995, terminei a minha 1ª participação nesta prova
EU EM
SEVILHA

1995 - 3,07,16
2000 - 3,25,07
2001 - 3,24,41
2002 - 3,22,25
2003 - 3,28,54
2004 - 3,27,43
2005 - 3,22,36
2006 - 3,16,46
2007 - 3,33,00
2009 - 3,46,04
2010 - 3,43,41


O tempo estava gelado (2 ou 3º). Saio do autocarro, saco com roupa para trocar depois da prova e, corricando, encaminho-me para o interior do Estádio, através do túnel onde estavam, aqui e ali, aquecedores a gás, para tornar a temperatura suportável quer aos atletas, quer aos muitos elementos da organização que ali tinham de permanecer nas suas posições funcionais. Ainda era cedo. Faltava uma hora para a prova e “doía o coração” tirar a roupita para pôr no saco. Na espaçosa zona de acesso aos balneários estava mais quentinho e era ali que o pessoal se ia juntando mais e se iniciavam os primeiros sinais de aquecimento dinâmico. Lá teria que ser : tirei o fato de treino (que meti no saco) e, rapidamente me dirigi à fila correspondente ao meu dorsal e o dei a guardar. Agora era esperar. Fui até à zona de partida, para testar o ambiente. Brrrrrrrrrr!!!! Estava mesmo “briol”. Os quenianos (e as quenianas) – se calhar até eram etíopes (!) - ainda com os fatos de treino, lá andavam a “ensaiar” ritmos. Vários sanitários dispostos em volta da pista, na zona de partida, possibilitavam que ninguém partisse aflito ou que, à semelhança do que cheguei a ver em edições anteriores, chegassem a “aliviar” contra os painéis publicitários dispostos em redor. Dei três ou quatro voltinhas na zona onde era possível correr (pois o troço da pista entre o pórtico de partida e o de chegada estava vedado), mas achei melhor regressar lá para dentro, mais um bocadinho para fazer tempo. Nunca chego a perceber bem porque é que tenho as coisas nas mochila (prevendo o frio ou chuva) e não as uso. Tinha lá um gorro, tinha lá umas luvas, tinha lá um resguardo em plástico da revista Corricolari e eu, com frio na cabeça, com frio nas mãos e nos braços. E já não dava para ir buscá-los.
Aproximo-me da linha de partida, onde já se começava a aglomerar gente. Não é que quisesse sair muito na frente, mas porque junto às pessoas é que estava mais “calor humano”. Estava lá eu, o Zé Magro, o Ricardo Diez, o Carlos Fonseca e o Jorge Pereira e “conferenciámos” alguns minutos antes da saída. O speaker, contrariamente ao que é habitual, em que vai pondo um entusiasmo crescente à medida que se aproxima a hora, sem se perceber bem porquê, calou-se (se calhar, alguma avaria no som). Já se começavam a ouvir alguns assobios dos mais impacientes, quando, subitamente, se ouve o tiro e, não fossem os aplausos e incentivos do público, teria sido uma partida “silenciosa”. Com toda a franqueza, decepcionou-me um bocadinho esta partida com “pouco sabor”.
A saída do estádio é sempre um momento alto, que nos emociona, ao fazer-nos tomar consciência de sermos um simples elemento daquela gigantesca coluna humana disposta a enfrentar o frio e os 42km de asfalto na bonita cidade de Sevilha.
Corri sem relógio. Se há vezes em que acho que faço bem, desta, achei que fiz mal.
Arranquei com um único pensamento: manter sempre uma passada confortável, sem qualquer objectivo, em termos de marca. O que for está bem, desde que acabe bem!
Rapidamente perdi de vista os meus companheiros mas, em boa verdade, não estava nos meus planos ir na passada de algum deles. A maratona, cada vez mais me convenço, por mais participada que seja, é uma prova solitária, em que cada um assume o compromisso consigo mesmo, de gerir a sua performance física e psicológica, ao longo de todos aqueles quilómetros e de todo aquele tempo de esforço, sem se deixar “contaminar” pela dos outros, por mais amigos que sejam. A passada tinha que ser confortável. A dúvida estava em distinguir entre a passada “confortável” e a “preguiçosa”, mas isso, lá mais para o fim da prova, descobrir-se-ia.
Ainda antes do primeiro retorno (antes dos 3km) aproximo-me e cumprimento o Luís Pires, do Porto Runners, grande maratonista e ultramaratonista, que tinha deixado os seus colegas de equipa lá para trás. Sem dar conta, deixei-o para trás e comecei a pensar que estava a exagerar, pois sabia que o Luís é muito regular no seu ritmo. Era melhor abrandar. Cerca dos 10km lá passa o Luís, perguntou-me se estava tudo bem (pois notara uma quebra no meu andamento) e afastou-se. Voltei a “apanhá-lo” e, entre os 14km e a Meia Maratona, fomos juntos. 1,43m! Era “muita fruta” para a preparação que eu tinha.
Aparece um outro jovem do Porto Runners e levou com ele o Luís, tendo eu “desligado” para evitar quebras abruptas. Sinto um toque nas costas. Era o Vítor Dias, que vinha acompanhado do Faísca, em bom ritmo, que me fazia uma certa “inveja” mas ao qual eu não conseguia responder. Bom… depois, foi a vê-los passar, mas eu ia resistindo à tentação de me pôr a passo. Não me doía nada, mas…
Durante a prova quase não bebi água nos abastecimentos. A temperatura não fazia transpirar. Apenas bebida isotónica. Também não levava gel e isso, sei que me faria falta por volta dos 25km.
35km! – Olha!… o Zé Magro parado, de volta das laranjas, no abastecimento. Finjo-me de forte, incentivo-o e prossigo no meu ritmo. 38Km, passa o António Almeida “disparado” que nem me deixou reagir e “desapareceu”. O Zé Magro recupera e aproximou-se de mim. À nossa frente, um atleta levava desfraldada uma bandeira com uma mensagem alusiva à Libertação do Saara Ocidental. Alguém do público, receptivo à mensagem, corre, por momentos, a seu lado, dando-lhe força na causa e na corrida. O rapaz transformou as palavras em “genica” e foi-se embora. Até aos 41km, eu e o Zé Magro, fomos juntos, depois, à passagem por baixo do viaduto, vi que a linha azul da corrida não estava a ser respeitada, pois os atletas encurtavam caminho galgando o passeio. Entendi que não deveria fazer o mesmo e sigo o percurso correcto. Por instinto, aumento progressivamente o ritmo e, vejo que afinal, até o podia ter feito dois ou três quilómetros antes (lá está a tal distinção entre a passada confortável e a preguiçosa) e entro no estádio com uma passada aberta e confiante (pudera, estava no fim!) cortando a meta com 3,43,41!
Toalha por cima das costas, laranjas até não querer mais, medalha ao pescoço, saco de comida e encaminho-me para o guarda-roupa para ir tomar um banho quentinho, pois, apesar de quase 4h de exercício, acabei com as mãos geladas.
Assim ficou concluída mais uma maratona – precisamente aquela que fiz mais vezes – e onde se vai notando uma presença portuguesa cada vez maior, confirmando que os nossos corredores estão a “render-se” ao mundo fantástico das longas distâncias.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

XXI Grande Prémio "Fim da Europa"

A chegada (Foto AMMA-J.Gaspar)


Apesar de termos de enfrentar uma manhã pouco prometedora, com céu cinzento e chuva chata, o pessoal aderiu em força ao XXI Grande Prémio Fim da Europa, tendo esgotado as inscrições para esta corrida mística que liga a mourisca Vila de Sintra ao Cabo da Roca, o ponto mais ocidental do continente europeu.
Poucos seriam aqueles que escolheram esta Prova, para testarem a sua condição. A maioria esmagadora tinha como objectivo, desfrutar de um passeio único que ligasse o verde da serra ao azul do mar (com o cinzento do céu, de permeio).
É bom chegar cedo: mais opções para estacionamento, mais tempo para reencontros, maior descontracção antes do tiro de partida.
Com o aproximar das 10 horas, a Volta do Duche ficou diferente. Compacta de almas e de cores em movimento, serviu de palco ao início de um grande desfile que, nos últimos anos ganhou uma dimensão que se espera possa vir a manter. Para bem de Sintra, para bem da Corrida.
Por momentos, as numerosas esculturas de pedra expostas ali na zona da partida, deixaram de ser o centro das atenções e o imponente paço real, com as suas “gémeas” chaminés cónicas dava o enquadramento perfeito à passagem dos corredores .

Partimos. Sabíamos (a maioria) o que íamos ter pela frente. Procurando manter uma respiração controlada, lá fomos serpenteando, serra acima. Um cheirinho a eucalipto e a pinho, em fragrância, dava-nos a graça que, paisagisticamente, o céu nos escondia. Fomos progredindo, cada um como podia, contando os quilómetros que apareciam marcados em placas de madeira. Uns lentos ou muito lentos, quando subíamos, outros rápidos ou muito rápidos, quando descíamos, até que chegámos ao troço final, após a Azóia, em que, como habitualmente, fomos “brindados” com aquela ventania que nos fazia andar de lado. Mas aí, já estávamos “confortados” com o aproximar da meta e o abrigo da majestosa tenda, onde havia “chá,café,laranjada “ sandes, bolos, etc.etc. servido por “garçons” fardados a rigor.
Em contraste, os “alarves” que, tendo chegado ao Fim da Europa, julgavam que teriam chegado ao “fim do mundo” e “abasteceram-se” descaradamente, enchendo sacos esquecendo-se que vinha gente atrás que teve de contentar-se com uma garrafinha de água.
Compreende-se que tenha havido a melhor das intenções em querer dar a todos os corredores, um tratamento “vip”. Só que… assim não dá. A culpa é dos atletas? Não! A culpa é de alguns “atletas”. O que fazer?
Para os disciplinados pode custar um bocadinho ter de pagar o justo pelo pecador. Mas se ainda não existe, no pelotão português, uma cultura de respeito pelo companheiro de jornada, mas sim do “chico-espertismo” (mais notório nas “minis”, que terminam no mesmo local da prova principal), a única solução será o regresso às “doses individuais” em sacos. Perde-se em requinte, mas ganha-se em justiça. Quando falta o bom senso, tem que se aplicar a “repressão”. Note-se que eu sou a favor das “minis”, mas desde que elas não sejam comprometedoras para o sucesso global da iniciativa. E neste caso, para além de complicar a logística, prejudica –em meu entender- a imagem final da Prova.
Outro aspecto negativo que gostaria de não ter de assinalar : A entrega dos sacos foi desastrosa! Não teve nada a ver com o ano anterior, em que tudo decorreu ordeiramente. Poderá ter havido falta de voluntários, mas deixar os sacos amontoados numa zona onde cada um entrava e remexia à vontade até encontrar o seu (ou o que lhe apetecesse levar) pareceu-me displicente.
“Desapareceu” (ou fui eu que não a vi) a área demarcada para troca de roupa, o que deixou desprotegidos os atletas, que acabaram por se trocar ali mesmo no meio da grande tenda.
Também o serviço de autocarros para regresso a Sintra, que no ano transacto me mereceu elogios, este ano, pareceu-me descoordenado, com paragens mal assinaladas, com filas que rapidamente invertiam o sentido e levavam a que alguns corredores, com frio, se tornassem impacientes, com cenas desnecessárias de provocações e quase violência. Com um serviço de autocarros descoordenado, obriga-se os atletas a recorrerem a alternativas que aumentam a afluência de viaturas individuais para o Cabo da Roca, o que é indesejável. Mas, assim, acaba por ser “inevitável”. E parece-me bem mais fácil controlar umas dezenas de autocarros, do que umas centenas de carros.
Em conclusão : A Prova continua a ser uma das mais bonitas que temos no País. Atingiu um patamar de qualidade invejável e pareceu-me que falhou onde seria mais fácil não falhar. Como sempre, estes reparos pretendem ser construtivos e todos teremos muito a ganhar, se lhes for dada uma atenção especial na próxima edição em que faço questão de estar presente e… de recomendar.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Uma Prova...Um Encontro...Uma Revista




A II Meia Maratona da Areia, a decorrer na Caparica no dia 16 de Maio, dará o mote para o III Meeting Blogger dos "cyber runners". A grande novidade é que vamos ser apadrinhados pela Revista Spiridon. Daqui até Maio, vamos avançando com ideias, para que este momento de salutar confraternização entre os amantes da Corrida dê bons frutos. Aos bloggers aderentes, pede-se que coloquem os respectivo selos na barra lateral. Entretanto, vamos treinando...