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segunda-feira, 2 de junho de 2014

VI Meia Maratona na Areia

Com o grande Joaquim Antunes (Foto de André Noronha)

Aos 5Km (foto de Mário Lima)

Aos 16Km ( foto de Mário Lima)

À chegada (foto de Fernanda Silva)

Das provas que conheço, aquela que é mais parecida com a UMA, é, sem dúvida alguma a Meia Maratona na Areia que, no último Sábado, teve a sua 6ª Edição no areal da Costa da Caparica.
A qualidade deste evento, bem merecia ter muito mais participantes, mas calhou num fim de semana em que se registaram diversas provas na zona e fora da zona. Que me lembre, assim, de repente, realizou-se a Corrida do Sal, em Alcochete, a Corrida do Ambiente, em Sintra, a Corrida do Oriente e a Corrida de Belém, em Lisboa, a Corrida do Mirante, na Ota, a Corrida das Pontes, em Coruche. Umas no Sábado, outras no Domingo.
A verdade é que se  passou do perigo de haver provas a acabarem, para uma "explosão" de provas que já não cabem nos dias que o calendário tem disponíveis. O remédio é mesmo dividir a "clientela" deixando à sua escolha, as que lhe parecerem mais de feição.
No meu caso, não hesitei, até porque, tendo tido a sorte de poder ir a todas as edições, gostaria de continuar a ser totalista, marcando presença.
Estava um dia agradável, embora com algum vento.
É sempre agradável ir-nos encontrando com os amigos, companheiros destas lides com quem partilhamos as nossas vivências da modalidade. E, num repente, estava a ficar na hora da partida e tinha de ir ao carro equipar-me num instante.
Dado o  sinal, arrancámos todos rumo a Sul. Fui com muita calma. Ainda com mais do que é habitual, pois os treinos têm sido poucos e sabia também que a viagem de regresso não iria ser pêra doce por causa do vento que ia aumentando de intensidade. Lá fui gerindo e depois do retorno começo então a deixar entrar o meu andamento habitual. E consegui . Chego ao fim com 2,02,04 ! É um tempo fraquito, o meu pior de sempre, mas conseguido sem qualquer tipo de pressão e que me deixou plenamente satisfeito.
A Organização da Prova, a cargo da Associação O Mundo da Corrida está de parabéns por mais um excelente trabalho. Esperemos que na próxima, o calendário seja mais amigo, pois esta Prova, como disse no início, bem o merece.



sexta-feira, 23 de maio de 2014

"Desacordismo ou desactualização"?

Ia eu levar o meu cão a passear, quando vejo no chão, um folheto de propaganda eleitoral: num fundo azul, bem iluminadas, destacavam-se, lado a lado, duas conhecidas figuras da Aliança Portugal, que têm estado no P.E. a “representar-nos”.

Apanhei o papel, mais na esperança de que me viesse a fazer falta para apanhar eventuais “presentes” do cachorro, do que com a ideia de o ler. Mas, de soslaio, leio que, e cito : aquele grupo de candidatos era uma excelente “selecção”. Mais à frente, leio “projectos” duas vezes, assim. E pus-me a ler a mensagem e… mais uma: “directa”!

Fiquei admirado, pois todo o texto estava em Português correCto!

De tanta coisa que se propõem fazer, a melhor seria convencerem os seus pares do governo a deixar o País escrever como eles.

Ou então… foi sem querer, pois ao estarem há 5 anos no PE e por usarem menos o Português, ainda não se aperceberam do que os seus amigos da governação fizeram à nossa Língua.


Ou então, ainda… por lhes “cheirar” que haveria eleitores que escolheriam aqueles que repudiassem o acordês, apresentaram-se assim, candidamente, escrevendo daquela forma que dá gosto ler. Quanto ao conteúdo, isso já é outra conversa.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

A imagem e a ética


A foto de meia página que é revelada na Spiridon, a propósito do "Fair Play e Vigarice" na  Meia Maratona de Lisboa (e que já o fora na Revista Atletismo de Abril) ou teve a anuência do casal visado ou estamos perante uma séria violação dos seus direitos.

Apesar de ter tido um comportamento incorrecto, com o qual não concordo de todo, a repetida exposição pública de que está a ser objecto, não tem nada de pedagógico ou moralizador. Por força das fotos, este casal está a ser mostrado como o paradigma do chico-espertismo, quando foram centenas aqueles que prevaricaram.

Sou a favor de que o prevaricador deva ser punido. Porém, que o seja na proporção da gravidade da infracção.

Quem dirige revistas, sabe melhor que ninguém que a publicação de imagens desta natureza, seja a que título for, constitui uma violação quiçá bem maior do que a que foi cometida por este casal. Não é com falta de ética que se combate a falta de ética.


Que atire a primeira pedra, aquele que nunca falhou, mas apesar da grande consideração que tenho pelos directores de ambas as revistas, tenho que manifestar a minha discordância pela forma como trataram o assunto. A pedagogia vale muito mais que a exposição na praça pública, como se fossem criminosos, de pessoas de bem que apenas se queriam divertir. 

Repito: considero reprovável o comportamento destes atletas, mas não menos reprovável - por desproporcionada - a exposição pública que deles foi feita, sem que eles tivessem sido ouvidos.



quarta-feira, 21 de maio de 2014

Cidadania Desconsertante


O cidadão tirou umas “blogoférias”, pois tinha uns assuntos para tratar e, quando deu por isso, tinha passado mais de um mês e meio! Volta e meia, acontece-lhe disto. Mas, para além dos “assuntos a tratar” e muitos continuam por resolver, viu-se confrontado com uma inquietante “desinspiração”.
E quando vinha para comunicar, triunfante, o regresso do “cidadão”, vê-se a contas com… a justiça: - está a chegar o momento do cumprimento da pena a que foi condenado pelo facto de ter cometido um acto de cidadania “criminosa”, há seis anos atrás.
A justiça tarda mas chega. E ensinou-lhe que a verdade perde importância, quando há gente que se sente ofendido com ela; quando há gente que tem uma “verdade” muito própria e não se importa de gastar o que for preciso para que o “sistema” se vire contra quem lhe apontou o dedo.
Para começar, há as custas processuais (204€), pois, ao ser considerado culpado, terá que suportar as taxas de justiça de uma justiça que não se fez.
Aguarda, ainda, entrevista no Instituto de Reinserção Social, a fim de acertar detalhes sobre a prestação de 250h de trabalho comunitário, certamente como forma de ressarcir a sociedade pelos prejuízos causados e para reabilitação da “conduta perigosa” que representa.
Fica ,depois, a faltar a indemnização por danos morais ao “ofendido”.
E viva a liberdade de expressão! Viva a liberdade de imprensa! Viva a igualdade de todos perante a Lei.  - É o que ele ouve; é o que ele diz.

Viva a censura! Viva a lei da rolha! Viva uma justiça que se verga perante os ricos. - É o que ele vê.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Venham mais...100 !




Quando em 1977, fizemos aparecer a Meia Maratona de S. João das Lampas, começámos a sonhar alto e a imaginarmos o quanto importante seria para nós, termos aqui, neste “fim do mundo” uma prova com um milhar de atletas! Em 2013 - 36 anos depois - ultrapassámos os 700 e estamos em crer que em 2014, no dia 13 de Setembro, estaremos a rondar os 1000 sonhados!
Houve aqui, como é fácil de ver, um crescimento cauteloso, não porque o quiséssemos, mas porque nunca tivemos  o engenho nem a  vontade para nos impormos. Nem achámos isso importante. O próprio evoluir lento da prova foi-nos dando a experiência para que, em cada ano, fosse-mos  obtendo a confiança dos atletas e das entidades apoiantes. A Meia Maratona de S. João das Lampas tornou-se, assim, uma das clássicas de que muito nos orgulhamos.
Condição diferente é a do Trilho. Aparece uma 1ª edição com uns estrondosos 300 atletas (não negamos que a colagem à MMSJL pelo facto de se tratar da mesma organização – que já tinha granjeado a simpatia de muitos amigos – teve grande influência) e sem que tivéssemos a mínima experiência na organização de provas de trilhos. Com surpresa para uns, sem surpresa para outros,  o 1º Trilho obteve uma crítica muito favorável por parte dos atletas, o que levou a ATRP (Associação de Trail Running de Portugal) a incluir a 2ª Edição no Circuito Nacional de Trail. Honrosamente, para nós.
Sabíamos que iríamos ter mais atletas. Por isso, estabelecemos um tecto , pois sempre tivemos em mente a necessidade de ir consolidando a experiência, aprendendo com os erros em cada ano, como aconteceu na MMSJL, dando sustentabilidade ao evento. Esse tecto, dizia eu, era de 500! E confesso que estávamos a ser optimistas. Aguentar-nos-íamos?  Ponderámos e achámos que sim. Havia que nos prepararmos para uma logística que apontasse para esse número nas parcas condições que temos. Acontece que, faltando mais de um mês para a data da prova, esse número foi atingido. E agora? Complicaria muito aceitarmos mais 100? Não éramos nós que sonhávamos ter aqui uma prova com 1000 atletas?
Seria contrário ao nosso espírito, não permitir a inscrição de mais atletas, quando queríamos muito que eles viessem .
E foi assim que decidimos aceitar mais 100, para engrossar o grande pelotão que percorrerá o Trilho das Lampas. Há quem receie que a quantidade de atletas possa fazer baixar a qualidade. Mas nós achamos que não, tanto mais que é preciso continuar a fazer jus ao espírito do trilho, em que a vertente competitiva não é a mais importante da Prova . Sabemos que é maior a nossa responsabilidade, mas continuaremos a fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para que se sintam bem connosco. E esperamos também que os atletas continuem a ser simpáticos com a nossa organização que precisa muito da colaboração de todos.  Que cada um de nós cumpra o seu papel.

Aos seus lugares…

terça-feira, 1 de abril de 2014

O Cartaz


Faltam 40 dias para o evento e a grande verdade é que o limite de 500 inscrições está a ser atingido, num sinal claro que aqueles que estiveram connosco na 1ª Edição (e foram 300) recomendaram esta Prova. Nós também recomendamos, mas somos suspeitos.
Mas que estamos a tentar corresponder àquilo que esperam de nós, lá isso estamos. Que todos saiam deste 2º Trilho com vontade de cá voltar.