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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

S. Silvestre dos Olivais - 30.Dez.


A 200 m da meta (foto do Joaquim Adelino)

Cá para mim, estava um frio de rachar, mas Olivais aguardava-nos para a sua 26ª S.Silvestre, Prova com que, desde há uns bons anos, tenho encerrado o meu ano de corridas.

Desta vez houve algumas inovações, em minha opinião, para pior, ainda que haja muito boas razões para que se tenha mexido naquilo que estava bem:
-Alteração do percurso;                                 
-Encurtamento para 8800m;
-Partida e chegada em locais diferentes;
-Kit de corredor com uma t-shirt e uma agenda em espanhol;
-Zero brindes à chegada (bem, sempre havia uma garrafinha de água gelada para quem estivesse com calor).

Cheguei ao final com o tempo líquido de 41,38, que, comparado com os 48,58 de Lisboa, não deixou de ser um progresso, pois acho que não demoraria mais de 7 minutos a fazer os 1200 metros que esta prova teve a menos. Os resultados completos estão em http://www.xistarca.pt/PublicDocs/SS_Olivais.pdf.

5ª S. Silvestre Pirata de Monsanto-26.Dez.


Monsanto, a terra das noites mágicas, voltou a acolher a “pirataria” que respondeu, em massa, ao anúncio da 5ª  S.Silvestre Pirata, realizada no dia 26.
Foram quase 400 convivas com o gosto comum pela Corrida, que ali estiveram em saudável confraternização. Como a experiência é quem mais ensina, os “piratas-mor” (sim, porque não se pode falar em Organização, por uma questão de responsabilidade, que obviamente, cabia a cada um de nós ) estiveram atentos ao que foram observando das últimas edições. E pensaram:
- O percurso vai estar assinalado com reflectores;
- O pessoal que vai fazer os 17 sai meia hora antes dos que vão fazer apenas 10, para que cheguem sensivelmente à mesma hora;
-À frente de cada grupo irá um marcador de ritmo para que nos mantenhamos agrupados ao longo de todo o percurso. Atrás irá um “vassoura” atento.
- Se, mesmo assim, o pelotão esticar muito, haverá 3 rotundas para reagrupamento.
- O caldinho verde vai chegar para todos.

Para além da amizade, a solidariedade também marca presença neste evento e assim, foi feita recolha de bens para apoio aos sem-abrigo, que encheram uma carrinha.

A Associação do Alto do Moinho, com as suas excelentes condições, mais uma vez, foi o local deste fantástico convívio que, assim o esperamos, possa repetir-se por muitos anos. Por mim, só uma forte razão me impedirá de lá estar. Parabéns a todos (aos que se "chatearam" mais com isto e àqueles que marcaram presença. Muito obrigado.

6ª S. Silvestre de Lisboa- 27.Dez

Com o pessoal amigo dos RunLovers


A certificação

Mesmo sem treinos, tinha que marcar presença na 6ª S. Silvestre de Lisboa, nem que fosse para me manter totalista e poder desfrutar de um passeio de 10 Km pelas principais vias da baixa iluminada. Entrei na porta sub-50, pois apresentei o comprovativo de resultados anteriores na distância. Quem não o fez, entrou nos sub-60, que só partiria algum tempo depois  (1 minuto, creio).
Colocar 10 mil pessoas ali na Av. Da Liberdade é obra! E um espectáculo enorme! Não era fazer uma grande marca que me animava, mas a contemplação de toda aquela gente em movimento. Está de parabéns, mais uma vez, a HMS por este tremendo evento, cujas imagens que foram divulgadas, testemunham de forma impressionante.
No final, vim a saber que fiz o tempo líquido de 48,58, com 4,58/Km. Muito sinceramente, contava passar dos 52’. Gostei disto, mas sobretudo, gostei de fazer parte do espectáculo.


quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Alguém... sessenta?




Pelas ruas de Lisboa iluminada,na passada 3ª Feira, eram, talvez, meia centena de amigos que, gorro de pai-natal na cabeça e com muita alegria, correram pelas ruas da cidade decorada de luz, pelas sempre vistosas ornamentações natalícias. Foram 10 Km de puro prazer, numa feliz  iniciativa desportivo-turístico-solidária que não deixa ninguém indiferente. Um gorro por um brinquedo para a Casa do Gaiato. Parabéns aos promotores liderados pela Goreti Silva que registou muitos destes fantásticos momentos. 
Não haveria melhor maneira de gastar os "últimos cartuchos" antes de entrar nos 60.

O dia de anos é um dia igual aos outros. Desta vez calhou-me a mim. E logo para mudar os dois dígitos do meu "conta-quilómetros". Atingi os 60 em 60 anos! Mas foi tudo muito mais depressa do que pensava. Sem dar por isso. Corri muitos kms em muitos anos. Corri contra o tempo. E fiquei sempre com a sensação de que ganhei. Uma vida a correr sem chegar a lado nenhum, pois o objectivo não estava na meta mas no percurso que fui fazendo.
Lembramo-nos mais do dia de anos, pelo facto de, a todo o momento, haver alguém que se lembra de nos felicitar por um dia que, sendo igual aos outros, marca mais uma volta nesta esfera que nos foi dada para habitar e para usufruir dela como pudermos.
Surpreendentemente, fui presenteado com mais de 300 mensagens de parabéns de gente amiga! 
A todos agradeço do fundo do coração. Muito obrigado. A vida faz muito mais sentido quando estamos rodeados por tantos amigos.

domingo, 7 de dezembro de 2014

Meia Maratona dos Descobrimentos - "DNS"



A grande ACB. Custa ficar de fora...
Esta era uma daquelas que ainda era fácil ser-se totalista.  Infelizmente, as mesmas razões que me impediram de estar na Nazaré, impediram-me  de estar na Meia dos Descobrimentos na sua 2ª edição. Depois dos primeiros 10 meses do ano,  terem  sido fracotes em participações em provas, os últimos 2 estão a ser paupérrimos.   Vamos ver como estarei a nível das S. Silvestres, para fazer o balanço. Humm…cá pelas minhas contas, assim por alto, 2014 não foi nada famoso para esta espécie de corredor.  

sábado, 29 de novembro de 2014

Corrida do Centenário da Aviação Militar


O brevé já cá canta
Tinha que ser uma voltinha rápida, que estava quase na hora.
O concerto da Banda da Força Aérea

Com um terço da prova feito


E cá está a chegada. (Fotos do Duarte Andrade)

Para mim, o mês de Novembro foi, praticamente, de defeso. Fiz a Maratona do Porto, no início do mês  e a Corrida do Centenário da Aviação Militar, no fim. Pelo meio, apenas fiz metade do Treino Nocturno de S.J.Lampas. Para além disto, zero.

Tinha alguma expectativa quanto a esta prova : por ser perto, por ser num espaço que só conheço ao longe, por ter como cenário inúmeros aviões, por nos permitir visitar o Museu do Ar, por serem só 10 Km, por só custar 5 euros…

Ora, o que é que achei desta Prova?

Para começar, digo já que me merece nota bastante positiva, em que gostei de tudo e com pouquíssimos reparos a fazer que em nada beliscam a Prova, mas que,  tratando-se de uma 1ª edição não tem qualquer importância. Refiro-me à falta da marcação dos quilómetros, que a mim não fez qualquer diferença, pois corro sem relógio. O outro pormenor , o 1º que me saltou à vista e me fez doer a alma, foi o erro no horário escolhido para a actuação da Banda da Força Aérea, que ali esteve, supostamente para animar os momentos que antecedem a partida. A Banda da Força Aérea, dizem os entendidos, pertence à fina flor das bandas portuguesas e bem mereceria ter à sua volta um público numeroso, que sorvesse os fantásticos arranjos musicais que tocaram. Mesmo sem público, e demonstrando enorme profissionalismo, dedicaram igual empenho ao que faziam , sendo aplaudida por meia dúzia de pessoas. Maravilhosa a banda e que bonito seria que a sua actuação tivesse ocorrido nos 10 minutos que antecediam a partida. Em vez dos aplausos da tal meia dúzia de espectadores, teriam o de todos os corredores e caminheiros, que totalizavam mais de dois milhares. Um terrível erro de ”timing”,  que não permitiu a merecida valorização do excelente trabalho da Banda. Pus-me no lugar de cada um daqueles músicos e, confesso, senti-me mal. Mas a verdade é que, no horário escolhido, os corredores estavam ainda a levantar dorsais ou a equipar-se e quando ali chegaram, já a Banda se tinha retirado. Que não fique a ideia que o pessoal das corridas não sabe apreciar e valorizar a música, tanto mais que os trechos que foram tocados eram sobejamente conhecidos e seriam  importantíssimos para “encher o peito” dos que iam iniciar a corrida. Uma pena.

Quanto à minha prova, fi-la do princípio ao fim bem acompanhado pela fera do pelotão, o Tigre, a quem agradeço ter-se deixado ficar para trás, para fazermos juntos os 10 Km do percurso.  Corremos tranquilos e terminámos com um tempo a rondar os 50 minutos, bem melhor do que aquele que eu poderia esperar.

Para terminar quero deixar os meus parabéns à Organização pelo excelente trabalho realizado, fazendo votos para que a próxima não seja só daqui a mais 100 anos. 

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

VI Treino Nocturno da S.J.Lampas



Pois é, meus amigos. Cá estamos para receber todos aqueles que pretendam ter uma outra visão da MMSJL. Esperemos que tudo corra bem porque todos aqueles que nos dão a honra de nos acompanhar nesta noite de invernia (mais de uma centena) bem o merecem. O chá e a  sopinha já estão ao lume...