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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

RUNning Magazine (nº 17) de Fevereiro



Foi agradável a conversa que tive com a Rute Barbedo, a jornalista da Running Magazine. E o tempo passou depressa.
Falar de mim sem falar na Meia Maratona de S. João das Lampas e no Trilho das Lampas é impossível, ainda por cima, para uma revista sobre Corrida.
Mas sinto-me honrado por se terem lembrado de mim para ocupar 2 páginas da publicação que já começou a ser distribuída.
Muito obrigado RUNning Magazine.

domingo, 29 de janeiro de 2017

1ª Prova de 2017 - Corrida Fim da Europa






É sempre com um sentimento especial que regresso à Serra, para percorrer esta prova cujo slogan lhe encaixa na perfeição : "Dificilmente haverá prova mais bonita". E sem estar a exagerar.
É a prova que, há vários anos, me serve de pontapé de saída das corridas do ano.
1.31.29. Mas isso interessa pouco, comparado com tudo o resto. Uma grande organização, que está de parabéns, pois fez um trabalho brilhante, numa prova com uma logística bastante difícil a exigir uma boa coordenação. Há aspectos que gostaria de abordar que poderiam explicar alguns aspectos que têm merecido algumas observações, mas preciso, primeiro, informar-me.

sábado, 7 de janeiro de 2017

O Treino dos Reis


À partida, junto à Fonte Mourisca

Com o Paulo Neves, num dia que lhe é especial

Com o Palácio da Pena iluminado

Com o "culpado" Nuno S.Marques

"Gente coisa é outra fina" - Nos Seteais

A convite do pessoal amigo dos Run Lovers, lá fui participar no Treino dos Reis, em Sintra. Confesso que o “apetite” era pouco,  mas senti que lhes devia a minha presença. E fui. Ainda bem que fui.
20, 30h, Volta do Duche, Fonte Mourisca. Ali se reuniram 26 convivas, que iriam ser dirigidos pelo Run Lovers – Mor,  Nuno Sentieiro Marques, que já tinha idealizado o traçado a percorrer. Feita a foto de grupo, lá nos encaminhámos para a Vila Velha, Rampa da Pena acima.
Todos conhecem a mística da Serra de Sintra, que, na escuridão da noite, assume outra intensidade que nos domina. O que vemos é negro, mas sabemos que é o verde que nos envolve. O verde e o espírito de amizade. Não havia pressas. Fiquei na cauda do grupo, que ia subindo, e conversando sobre uma hipotética prova a introduzir no nosso panorama das corridas.
Paragens aqui, paragens ali e o reagrupamento ia-se fazendo.
Quase sem darmos por isso, tínhamos feito uma volta de cerca de 11 Km.
À nossa espera, estava um reconfortante  repasto, com bolo-rei, bolo-rainha, broas castelar, chocolates, ginjinha, vinho do Porto e outras coisas, a animar ainda mais um grupo que já se sentia feliz pelo treino magnífico que acabara de fazer, passando por locais idílicos escondidos na serra.
Obrigado, amigos “corredores apaixonados”, por me terem proporcionado participar neste vosso convívio em ambiente tão agradável.  Um excelente presente de reis.

Grande abraço a todos.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Retalhos da vida de um "corredor"



Está feita mais uma "manta" com os dorsais de 2016. Ficou curta. Se tapo o pescoço, descobrem-se-me os pés.
Ficou assim composta:  2 Maratonas ( Lisboa e Porto); 3 Meias ( 21 da Eco-Maratona Lisboa, Nazaré, Descobrimentos); 1 de 20 Km (Cascais); 1 de 16,7 Km (Fim da Europa) 3 de 15 Km (Sinos, 1º de Maio, Fogueiras); 4 de 10 Km (Stº António, Tagarro, S.S. Olivais e S.S.Lisboa).
Embora satisfeito com o que fiz, fica-me uma certa tristeza por ter deixado de ser totalista nalgumas clássicas : UMA, UTNLO, Meia Maratona na Areia. Mas algum dia tinha de ser.
Mas continuo totalista na Maratona do Porto (13 edições); Lisboa Rock´n´Roll (4 edições); Corrida de Santo António (6 Edições); S. Silvestre de Lisboa (9 edições). Até ver, que a eternidade é coisa que ainda "não me assiste".


Breve balanço de 2016


Aí está. Chegou o momento em que confrontamos a incerteza do que nos reserva 2017 com a certeza do que nos presenteou 2016 .
Em termos de Corridas, foi fraquito. Resume-se a um quadro de poucas linhas. Mesmo assim, tenho razões para estar satisfeito por ter a sorte de continuar a poder correr . No que depender de mim, se não puder fazer melhor, que consiga fazer algo idêntico.  Bom ano de 2017.

sábado, 31 de dezembro de 2016

14ª Prova do Ano: 9ª S. Silvestre de Lisboa


Desta vez, realizou-se de manhã. O dia esteve perfeito (um bocadinho de frio, que rapidamente desapareceu, quer pelo efeito do sol, quer pelo efeito do calor gerado pela corrida).
Receava que a prova feita há apenas 12 horas, não me permitisse grande desempenho, mas a verdade é que voltei a surpreender-me ao fazer um tempo líquido de 48,26, menos um minuto e tal que nos Olivais.
Esta S. Silvestre, a cargo da HMS é de uma grandeza enorme, com 6280 atletas à chegada. Porém, quanto a mim, perdeu muito do seu encanto por deixar de ter como cenário as iluminações de Natal, principalmente na Avenida da Liberdade, totalmente preenchida por gente a correr, quer a subir, quer a descer. De resto, nada a apontar a uma organização experiente e com provas de competência já dadas e que reafirmou o seu saber em todos os parâmetros de avaliação. Parabéns ao Hugo Sousa e a toda a sua extraordinária equipa que, depois desta, ainda foi tratar da S. Silvestre da Amadora, a mais antiga de Portugal que eu, vergonhosamente, ainda nunca fiz. Talvez em 2017.
9 Edições, 9 presenças! Sinto-me com sorte e honrado por me manter totalista em Lisboa.
Todos os resultados aqui.

13ª Prova do ano : 28ª S. Silvestre dos Olivais

Com o Luis Ferreira e o Ricardo Leitão
Em andamento com o Nuno S. Marques e o Ricardo




Tinha de marcar presença numa daquelas provas que faz parte do meu calendário "obrigatório", S. Silvestre dos Olivais, na sua 28ª edição.
Sem ser aquela prova das multidões, apresenta, mesmo assim, mais de 1500 atletas à chegada . Como é sabido, é conhecida pelo desnível que tem os eu percurso e, consequentemente, pouco recomendada para quem pretende obter recordes pessoais.
Fiz a prova calmamente e, no final, obtive um tempo inferior aos 50 minutos, o que me deixou bastante satisfeito.
Tenho pena, que os resultados publicados não contenham o tempo oficial e o tempo de chip, considerando apenas o primeiro. Não costumo prestar muito atenção a isso, mas quando está em causa o facto de me situar nos "sub-50", não tenho como provar que a minha marca ainda me permite estar nessa "elite". Todos os resultados aqui.