segunda-feira, 14 de junho de 2010

14 de Junho




Faz um ano, porém, eu não me esqueço
Que em Madrid, ou melhor, em Colmenar
Tentei dura conquista, sem sucesso,
De percorrer os 100 a palmilhar.
Virei, assim, os planos do avesso,
Mas prometi que iria lá voltar,
Não este ano, que aquilo que se ajeita
É ir tentar a sorte lá na Freita.

Farei depois aqui o meu relato
Contando os pormenores dessa aventura
Só espero melhor sorte e ser sensato
Sem me preocupar com a má figura.
No meio, há tanta pedra e tanto mato
E também tanta escarpa não segura...
Chegar ao fim? veremos se consigo
Seria um bom tributo ao Sálvio amigo.

7 comentários:

Maria Sem Frio Nem Casa disse...

Quem me dera a Freita este ano. A "pequenina" claro, que a grande não é para mim, pelo menos por agora.

Mas há Peniche na véspera, e este ano, fico-me por aí. É assim, não se pode estar em 2 lados ao mesmo tempo. Há que escolher. E este ano, escolhi Peniche, sem deixar de ter pena de não ir à Freita, outra vez!

BEijinho Fernando

Ana Pereira

Jorge Branco disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Jorge Branco disse...

QUE FAÇA A FREITA SEM MALEITA E VENHA AQUI EXPLICAR A RECEITA!
(Desculpem-me quadras não é “a minha praia!)

Fernando Andrade. disse...

Olá Ana
Muito gostava eu também de estar em Peniche, mas há tempos que venho a prometer ao Moutinho que hei-de ir à Freita e ...olhe, vai ser este ano. Mas ainda nem me inscrevi.
Desejo-lhe uma boa Corrida das Fogueiras.
Beijinho, Ana

FA

Fernando Andrade. disse...

Meu caro Jorge, aqui vai, com um grande abraço:

Pretende o Branco a mágica a receita
Para correr nos altos longos trilhos
Sem sermos atacados de maleita
Que nos traga chatices e sarilhos.
Pois bem : passeia, calmo, pela Freita
Levado pelos dois pés andarilhos,
Máquina em punho p’ra captar imagens
De soberbas e já raras paisagens.

Mário Lima disse...

E o teu relato amigo Fernando
Depois do tiro de partida
Sofrendo, correndo e andando
Será de uma Freita vencida

70 não são 100, como é bom de ver
Mas por vezes as provas mais curtas
Devido a pedras e escarpas brutas
São muito mais duras de roer

Nada se consegue sem persistência
Empenho, dedicação e muita dor
Mas com o teu querer e resistência
Vencerás o desafio a que te vais propor

E darás o tributo ao Sálvio amigo
Ao vencer a Freita do Moutinho

Abraços!

Fernando Andrade. disse...

De pena em punho, o grande Mário Lima,
Usando o verso, e incentivo forte
Estimula quem, indo p'la Freita acima,
Apela pouco ao treino e muito à sorte.
Veremos, bom amigo, e o que se estima
É que a mente não caia no desnorte,
Pois 'inda nem vi bem (por não querer)
A "alhada" grande
em que me vou meter.